quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Ignácio de Loyola Brandão - Biografia
"Ela é fundamental. Ser máquina, despida de emoções.
Arrancar de dentro sentimentos e atirá-los ao lixo.
Liberar-se dos empecilhos.
Não se comover com o choro, a dor e a tristeza alheias
A dor do outro é do outro, não pode penetrar em você, te algemar."
(Impiedade)
Ignácio de Loyola Lopes Brandão nasceu em Araraquara - SP, no dia 31 de julho de 1936, dia de Santo Ignácio de Loyola, filho de Antônio Maria Brandão, contador, funcionário da Estrada de Ferro Araraquarense, e de Maria do Rosário Lopes Brandão. Foram, ao todo, cinco irmãos: Luiz Gonzaga (1933), Francisco de Assis (1934 - já falecido), Ignácio, José Maria (1946 - já falecido) e João Bosco (1953).
Inicia seus estudos na escola primária de D. Cristina Machado, em 1944, onde cursa o primeiro ano. No ano seguinte transfere-se para a escola da professora D. Lourdes de Carvalho. Seu pai, que chegou a publicar histórias em jornais locais e que conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes, o incentivou a ler desde que foi alfabetizado. Fascinado por dicionários, chegou a trocar com seus colegas de classe palavras por bolinhas de gude e figurinhas. Mais tarde, esse fato acabou se transformando no conto "O menino que vendia palavras", primeiro a ser publicado pelo autor.
Em 1946, passa a estudar no Colégio Progresso de Araraquara. Participa de concurso de desenho patrocinado pelo Consulado da França com o tema "Como você vê a Paris libertada", sendo agraciado com os livros "Pinóquio" e "O barba azul".
Para cursar o ginásio, em 1948 ingressa no Colégio Estadual e Escola Normal Bento de Abreu, hoje Escola Estadual Bento de Abreu. Nesse período escreve seu primeiro romance num caderno, com o título de "Dias de Glória", policial cuja ação se passa em Veneza.
Em 1955, inicia o curso científico, muito embora admita hoje que foi por engano. "Deveria ter me inscrito no clássico, mais apropriado para quem pretendia se dedicar a Humanas".
A Folha Ferroviária, semanário da cidade de Araraquara, publica no dia 16 de agosto de 1952 uma crítica do filme "Rodolfo Valentino", primeiro texto de Ignácio. Dias depois, o jornal Correio Popular daquela cidade a reproduz.
Dado o primeiro passo, o precoce escritor passa a escrever reportagens, críticas de cinema e entrevistas em outro diário de Araraquara, O Imparcial. Nele aprende a arte da tipografia, lidando com composição com linotipo, clichê em zinco e paginação em chumbo. Em 1955 inaugura a primeira coluna social da cidade.
Se apaixona pelo cinema e participa, em 1953, das filmagens de "Aurora de uma cidade", semidocumentário dirigido por Wallace Leal. No ano seguinte funda o Clube de Cinema de Araraquara.
Concluído o curso científico, em 1956, muda-se para São Paulo e vai trabalhar no jornal Última Hora, tendo ali permanecido por nove anos. Um fato interessante marca sua admissão. Aguardando para ser entrevistado, ouve o chefe de reportagem perguntar quem sabia falar inglês, pois precisava de uma entrevista com o irmão do presidente do Estados Unidos, General Eisenhower, que se encontrava na cidade. Sem pestanejar o biografado disse "Eu sei". Fez a entrevista, com seu inglês capenga aprendido no ginásio e nos filmes que assistiu em Araraquara. Sua entrevista teve chamada de primeira página. Como seu francês, também aprendido no ginásio, era bem melhor que o inglês, ganhou status de entrevistador de personalidades internacionais.
Seu gosto pelo cinema permanece e, em 1961, participa como figurante de O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, baseado em peça homônima de Dias Gomes, vencedor no Festival de Cannes em 1962.
No ano seguinte parte para a Itália, onde pretendia trabalhar como roteirista em Cinecittà. Para poder viver por lá, enquanto seu sonho não se realiza, manda reportagens para a Ultima Hora, faz sinopses de roteiros e faz coberturas — como a da morte do Papa João XXIII — para a TV Excelsior. Nessa época afirma que assistiu 53 vezes ao filme "Oito e meio" de Federico Fellini, o que, segundo admitiu, o influenciou na feitura do seu romance "Zero".
Na sua volta ao Brasil, começa a escrever o romance "Os imigrantes", com seu amigo araraquarense José Celso Martinez Correa. Nessa época Zé Celso dirigia a peça de grande sucesso, "Os pequenos burgueses", que Ignácio afirma ter assistido mais de 100 vezes. O romance, por não haver acordo quanto ao nome do personagem principal, não chegou a ser concluído.
Em 1965, usando de uma divulgação inovadora, lança seu primeiro livro: "Depois do sol" (contos).
No ano seguinte começa a trabalhar na revista Cláudia, como redator, chegando a redator chefe dois anos depois.
Em 1968, ocorre o lançamento de "Bebel que a cidade comeu", seu primeiro romance. O livro é adaptado para o cinema por Maurice Capovilla, com Rossana Ghessa no papel-título e roteiro do próprio Ignácio, Capovilla e Mário Chamie. O filme recebe o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de "Melhor Roteiro Cinematográfico". Ainda nesse ano, o escritor recebe o Prêmio Especial do I Concurso Nacional de Contos do Paraná por "Pega ele, Silêncio", publicado posteriormente em "Os melhores contos do Brasil". Sua mãe falece, aos 60 anos.
Baseado em seu conto "Ascensão ao mundo de Annuska", publicado em "Depois do sol", Francisco Ramalho filma "Anuska, manequim e mulher", em 1969.
No ano seguinte, casa-se com a Maria Beatriz Braga, psicóloga, ligação que duraria até 1978. Trabalha nas revistas "Realidade" e em "Setenta".
Contratado para editar a versão brasileira de "Planeta", a primeira revista esotérica do Brasil, em 1972. Nasce seu primeiro filho, Daniel.
Desde 1960 Ignácio tinha na cabeça uma idéia surgida de um conto — sobre um grupo de amigos que vai a uma vila em busca de um garoto que teria música na barriga — escrito para uma antologia de histórias urbanas organizada por Plínio Marcos para a Editora Senzala e que não chegaria a ser lançada. Escreveu, depois, diversas novelas paralelas a ela, ao mesmo tempo em que colecionava recortes de jornais, prospectos e anúncios. Com isso, reuniu material que lhe permitia ter um retrato sem retoques do homem comum, vivendo numa cidade violenta e num clima ditatorial. Em 1974, escreve o romance, com 800 páginas iniciais, sob o título "A inauguração da morte".
Feita a primeira revisão, são cortadas 150 páginas. Entrega, então, o texto ao amigo e escritor Jorge de Andrade, que sugeriu novos cortes — acatados pelo autor. Jorge comenta o romance com Luciana Stegagno Picchio, que lecionava Literaturas Portuguesa e Brasileira na Universidade de Roma. Luciana se interessa pelo texto, já com o título de "Zero" e, após lê-lo, encaminha o livro para a editora Feltrinelli, de Milão, que o publica em uma série intitulada "I Narratori", onde Ignácio fica na companhia do ilustre João Guimarães Rosa, único brasileiro até então publicado.
Em 1975, após o lançamento de "Zero" no Brasil, Ignácio participa de inúmeros encontros com seus leitores, debatendo sua obra e a situação do país. No primeiro encontro, realizado no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, ele contou com a presença de João Antônio, Wander Priolli, José Louzeiro, Antônio Torres e Juarez Barroso.
Em julho de 1976 "Zero" recebe o prêmio de "Melhor Ficção", concedido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Em novembro o livro é censurado pelo Ministério da Justiça e sua venda é proibida. Lança "Dentes ao sol" (romance) e "Cadeiras proibidas" (contos) e, em 1977, o infanto-juvenil "Cães danados".
Escreve "Cuba de Fidel: viagem à ilha proibida" (livro-reportagem), após participar, em 1978, do júri do Prêmio Casa de Las Américas.
"Zero" é liberado pela censura em 1979. Passa a viver com a jornalista Angela Rodrigues Alves, união que duraria até 1982. Deixa o jornalismo para se dedicar integralmente à literatura.
Nova York, Flórida, Georgetown, Albuquerque, Tucson, San Diego foram as cidades em cujas universidades o autor fez conferências, em 1980, a convide da Fundação Fullbright, dos EUA.
Em 1981, sai o romance "Não verás país nenhum". Visita a Nicarágua por ocasião das comemorações do segundo aniversário da Revolução Sandinista.
"É gol" (narrativa-homenagem ao futebol) é lançado em 1982. A convite da Fundação Alemã de Intercâmbio Cultural, viaja em março para Berlim, onde permanece por dezesseis meses. Lá, publica "Oh-ja-ja-ja", uma seleta de seu diário berlinense, ainda inédito em português.
Voltando ao Brasil, em 1983, publica "Cabeças de segunda-feira" (contos).
Em 1984, lança "O verde violentou o muro", onde narra sua experiência alemã. O senador italiano Amintore Fanfani lhe entrega o Prêmio IILA, do Instituto Ítalo-Latino-Americano, pelo romance "Não verás país nenhum", publicado na Itália no ano anterior. Assume a vice-presidência da União Brasileira de Escritores, onde permanecerá até 1986.
Participa das Jornadas Literárias na cidade de Passo Fundo (RS), em 1985. Desde então, lá comparece a cada dois anos para participar do evento. Lança o romance "O beijo não vem da boca".
Em 1986, volta a Berlim, como convidado especial, para participar dos festejos dos 750 anos da cidade. Participa de encontro sobre literatura brasileira promovido pela Universidade de Colônia, na Alemanha, ao lado de João Ubaldo Ribeiro e Haroldo de Campos. Casa-se com a arquiteta Márcia Gullo e participa, como figurante, de "No país dos tenentes", filme de João Batista de Andrade.
"O ganhador" (romance) e "O homem do furo na mão" (contos) são lançados em 1987. O primeiro receberia, no ano seguinte, os Prêmios Pedro Nava (da Academia Brasileira de Letras) e Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria "Melhor Romance". "Não verás país nenhum" é encenado no Teatro José de Alencar, em Fortaleza, sob a direção de Júlio Maciel.
Em 1988, lança o volume de contos e crônicas "A rua de nomes no ar". No ano seguinte, "Manifesto verde", que havia sido publicado em 1985 como brinde do Círculo do Livro, é lançado comercialmente. Publica o álbum infanto-juvenil "O homem que espalhou o deserto".
Como diretor de redação da revista Vogue, Ignácio volta ao jornalismo, em 1990. Passa a escrever crônicas para o jornal Folha da Tarde.
"Zero", um espetáculo de dança realizado pelo Balé da Cidade, inspirado em seu romance homônimo, é apresentado no Teatro Municipal de São Paulo no ano de 1992. Vai à Zurique, na Suíça, onde participa de leituras de sua obra.
Em 1993, começa a escrever uma crônica no caderno "Cidades" de "O Estado de São Paulo" que, a partir de 2000, seria transferida para o "Caderno 2". Seu pai falece, aos 88 anos.
No ano de 1995 realiza três lançamentos: "O anjo do adeus" (romance), "Strip-tease de Gilda" (crônicas) e "O menino que não teve medo do medo" (infanto-juvenil).
Afligido por fortes tonturas, descobre existir um aneurisma cerebral. Submete-se, em maio de 1996, a uma bem-sucedida cirurgia, que dura onze horas.
Publica "Veia bailarina", em 1997, onde conta sua experiência como aneurisma. Em 15 de abril inaugura, no Instituto Moreira Salles de São Paulo, a série "O escritor por ele mesmo".
Em 1998, publica "Sonhando com o demônio", seu terceiro livro de crônicas. No ano seguinte é lançado "O homem que odiava a segunda-feira (contos).
Recebe o Prêmio Jabuti de "Melhor Livro de Contos", em 2000, por "O homem que odiava a segunda-feira".
Obras do autor:
Contos:
Depois do sol, Brasiliense, 1965
Pega ele, Silêncio, Símbolo, 1976
Cadeiras proibidas, Símbolo, 1976
Cabeças de segunda-feira, Codecri, 1983
O homem do furo na mão, Ática, 1987
O homem que odiava segunda-feira, Global, 1999
Romances:
Bebel que a cidade comeu, Brasiliense, 1968
Zero, Brasília/Rio, 1975
Dentes ao sol, Brasília/Rio, 1976
Não verás país nenhum, Codecri, 1981
O beijo não vem da boca, Global, 1985
O ganhador, Glogal, 1987
O anjo do adeus, Global, 1995
Infanto-juvenis:
Cães danados, Belo Horizonte Comunicações, 1977. Reescrito e publicado com o título "O menino que não teve medo do medo", Global, 1995.
O homem que espalhou o deserto, Ground, 1989
Viagens:
Cuba de Fidel: viagem à ilha proibida, Livraria Cultura, 1978
O verde violentou o muro, Global, 1984
Relatos autobiográficos:
Oh-ja-ja-ja (Diário de Berlim, inédito em português). Tradução de Henry Thorau. LCB, 1982
Veia bailarina, Global, 1997
Cartilha:
Manifesto verde, Círculo do Livro, 1985 e Ground, 1989
Crônicas:
A rua de nomes no ar, Círculo do Livro, 1988
Strip-tease de Gilda, Fundação Memorial da América Latina, 1995
Sonhando com o demônio, Mercado Aberto, 1998
Biografias:
Fleming, descobridor da penicilina, Ed. Três, 1973
Edison, o inventor da lâmpada, Ed. Três, 1973
Ignácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, Ed. Três, 1974
Antologia:
Os melhores contos de Ignácio de Loyola Brandão, organização de Deonísio da Silva, Global, 1994
Traduções:
Para o alemão:
Null (Zero), Suhrkamp, 1979
Kein land wie dieses (Não verás país nenhum), Suhrkamp, 1984
Para o coreano:
(Zero), Seto, 1990
Para o espanhol:
Cero (Zero), Galba, 1976
El hombre que espandió el desierto (O homem que espalhou o deserto), Global - México, 2000
Para o húngaro:
(Zero), JAK, 1990
Para o inglês:
Zero, Avon Books, 1983
And still the earth (Não verás país nenhum), Avon Books, 1984
Teeth under the sun (Dentes ao sol), Dalkey Archive Press, 2007
Para o italiano:
Zero, Feltrinelli, 1974
Non vedrai paese alcuno (Não verás país nenhum), Mondadori, 1983
Vietat le sedie (Cadeiras proibidas), Marietti, 1983
Adaptações:
Para o teatro:
Não verás país nenhum. Direção de Júlio Maciel, Fortaleza, Teatro José de Alencar, 1987 (baseado no romance homônimo)
Para o cinema:
Bebel, a garota-propaganda. Direção de Maurice Capovilla, 1986 (baseado no romance Bebel que a cidade comeu)
Anuska, manequim e mulher. Direção de Francisco Ramalho, 1969 (baseado no conto Ascensão ao mundo de Annuska").
Dados extraídos de livros do autor, da Internet e dos Cadernos de Literatura Brasileira, Instituto Moreira Salles, São Paulo.
Projeto: Em busca da redação perdida
Eu escrevia muito desde que eu comecei a escrever até mais ou menos os meus 18 anos. Desde então parei.
Agora que estou passando da fase de futuro do Brasil para problema social. Estou tentando passar em concursos públicos que me interessem. E alguns deles requerem que eu faça uma redação. E como a minha redação sempre foi motivo de orgulho até alguns anos atrás. E exemplo disso são os devaneios tolos de um forma geral. Usarei esse blog como uma oficina de temas e textos para voltar a velha forma.
Porque estou me preocupando em voltar a velha forma. Porque estou estudando mas isso pouco importa, para passar em um concurso público, considerando o meu histórico de vestibular.
Qual história?
A de que eu não estudei no vestibular, passei com uma nota baixíssima. E depois fui saber porque eu tinha passado então. Porque tirei 99,9 na redação. Sim! Em busca da redação perdida. (Não estou me gabando com este fato, mas explicando o porque dessa nova e antiga dedicação).
Ah sim e para buscar inspiração e não obrigar vcs a lerem coisas ruins postarei todos os dias também um texto de algum autor que mereçam publicação.
Hasta la vista
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Devaneios tolos
Afes...e ainda fico perdendo tempo alcançar a paz. Como ter paz na realidade crua do dia a dia? Encontrando uma realidade melhor dentro da realidade talvez...Porque não? A realidade se mostra em tantas paisagens e tantas cores pelas voltas da vida...
Tenho medo. Um medo absurdo da realidade.
Medo filho de jornais e revistas, famílias e outras mostras explícitas de que a violência e a desumana frieza é uma "boa forma" de analisar as coisas. Mas não é! E analisar também não é lá uma das melhores coisas quando o mundo, a vida, a rotina pedem p vc agir...e rápido. Ação essa que é o único propósito de estarmos presos nessa cela sem saída. Nosso corpo. A ação de mover a vida...Cada qual com a sua forma mais adequada.
Aiai. E pra que discutir? Por uma razão tola, me alivia...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Livros
http://www.coladaweb.com/download-de-livros
http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Obras_e_Autores_Sugeridos_%28Portugu%C3%AAs%29/Brasil
http://ateus.net/ebooks/
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp;jsessionid=3352F4C1239BD29F4EECCBF59A350A0E
http://cultvox.locaweb.com.br/inicio.asp
http://forumfighters.net/topic/10362-bibliotecas-virtuaissites-de-literatura/
http://www.sebinho.com.br/
http://www.estantevirtual.com.br/
http://www.thebooksonthetable.com.br/loja.phtml
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Um dia comum de férias
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
2010
Apesar da ausência no 2009
O que será de 2010?
Teve gente que me suportou
Gente que socorreu
Gente que eu socorri
Gente me me fez feliz
O que eu quero de 2010?
Não quero vitórias absurdas e estressantes
Nem emoções a toda prova
Não quero dinheiro a qualquer preço
Nem ofensas de qualquer parte
Quero mais que a ilusão
De um feliz ano novo
Com a máscara nova
E o corpo velho e desgastado
Quero paz, felicidade, mas felicidade mesmo
Não aquela felicidade amarela que desejamos no reveillon, quando na verdade sabemos que novo ano não significam flores espalhadas por todos os lados
Mas aquela felicidade interna que alcançamos quando sabemos que aquela sensação reconfortante é merecida por algum motivo.
Eu desejo amar cada vez mais cada dia mais a vida, com todas as faces e interfaces que ela me apresentar
Um grande abraço aos meus queridos
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Projeto de perfil de orkut
Escrevo enfim, porque não tenho escolha, a cada
vez que uma pergunta me é dirigida, sinto ela perfurando o meu coração e se
respondo mistério é o mistério que fica exposto.
Eu não me conheço...Voce me conhece? Também não, talvez eu e vc saibamos reconhecer um resquício de Elisa em certas coisas, saibam de uma forma inimaginada que aquilo ali me possui, e eu possuo.
Eu sou arte, eu rio cores, choro sentimentos fluidos, que correm com a corrente de vento, imagino travessuras de criança e de adulto, não tenho vergonha de sentir prazer, e nem de mostrar que sinto prazer, e nem de mostrar que sinto dor. Me sinto forte, quando consigo chorar tanto quanto eu consigo rir, porque são duas faces da mesma moeda, duas faces de uma mesma hipersensibildiade que transparece junto com meus passos e não tenho vergonha disso. Eu sinto, eu analiso, e eu enxergo a pulsação das coisas, pra melhor escolhê-las. Tenho defeitos claros, que podem ser virtudes de acordo com quem vê. Porque ter coragem de ser ridículo também é para poucos. E eu bato no peito, sim eu gosto dessas coisas que você considera infantis, sim, eu faço essas coisas que vc considera infames, sim, eu canto alto o meu canto de cada dia, e sim, não tenho a mínima vergonha de me humilhar, quando percebo que é necessário, por causa de algum mal provocado sem querer, ou de uma posição que merece ser respeitada. Não tenho vergonha de ser imperfeita! E não quero me submeter a uma perfeição barata também, que ao mesmo tempo que faz bem pro corpo, enfia uma faca na sua pele, em diferentes profundidades.
Sou feliz pra caramba, tenho pessoas maravilhosas na minha vida e amo profundamente cada uma delas, à sua maneira. Sou artista, e não é porque eu pinto, desenho, danço, escrevo, canto, fotografo ou invento coisas bonitas, apesar de fazer tudo isso, sou artista porque eu sinto e não tenho vergonha de sentir. Porque todo mundo é um pouco artista, mas se se acovarda diante de um público não está sendo um bom artista, daí escolhe outra atividade, mais “racional".
Sou infame, sou uma criança espontânea que brinca com as situações que a vida nos prega e isso inclui tudo. Faço o que dá na telha e considero bom, faço tudo aquilo que me acrescenta conhecimento, alegria e prazer. Tendo sempre consciência de que posso ter o contrário, mas sentindo sempre. Indo contra as regras da sociedade de vez em quando, e não me importando nem um pouco com isso. Porque afinal sentir prazer em todas as minhas células é muito mais reconfortante é melhor do que considerar as coisas mal ditas por bocas mal expressas.
Pois é...sou isso , um furacão de energia onde quer que eu vá...ainda que esteja com a boca fechada, ali estara uma mostra de alegria, de conselho, de sexualidade, de sensualidade, de beleza, de franqueza excessiva as vezes, de uma interpretação diferente, de um estalo de bala...
Eu decido viver minha vida plenamente e com todos os aspectos que ela me proporcionar com intensidade.
Eu decido amar.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ser ritmo
Você não tem escolha e se acaso passar pelo seu pensamento que é um tipo de sorte, não o pense. Porque é sorte e azar, é vida e morte, é toda uma c ontradição presente em ummomneto. A velocidade dos carros mede a fluência dos seus pensamentos e cada buzina é um redemoinho de sentir. O canto dos pássaros e insetos é a melodia que pulsa o seu sangue naquele segundo. E a multidãoi caminhando, é um trovoar de guerra. É se sentir a própria guerra. E a paz? Quando se é ritmo, a única paz é o silêncio, a única fuga e a única trégua em tempos de guerra.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Redemoinho de fogo
E marco essa nova era com um poema improvisado. O tempo sem escrever talvez fez meus poemas perderem a sutileza das palavras. Mas até isso deve voltar. E a complexidade do momento fragmentada nessa tela.
Redemoinho de fogo
Cada digital impregnada no meu corpo
Tudo que passei sem perceber tanto tempo
Volta e volta e meia vai embora de novo
Mas a velha novidade grita, você vive!
E todo o tempo perdido parece passado
A insociabilidade de cada dia solitário
O peso da rotina carregado por opção
A dúvida melancólica de se olhar no espelho
A espressão recalcada e escondida
Vão-se diluindo no caminho das pedras
O redemoinho de fogo novamente gira
Na tragétória mais inusitada e vibrante
Por ser a reação da queda passada
E vivida a cada reflexão cruel, e pessoal
é culpa minha...
Mas até a culpa se desfaz
Gira redemoinho de fogo
Transbordando todo o caminho
Num movimento certeiro
Ele passa e traz a todos
alegria, energia, vida
E sinto minha vida sendo trazida de volta...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Full version de utilidades da internet (selecionadas)
http://www.universodeluz.net/
http://www.personare.com.br/
http://somostodosum.ig.com.br/
Onde comprar livros:
http://www.thebooksonthetable.com.br/loja.phtml
http://www.estantevirtual.com.br/
http://www.dominiopublico.gov.br/
http://www.miniweb.com.br/literatura/sitesdeliteratura.html
Para baixar músicas:
http://www.4shared.com/
http://do-vinil-para-a-web.blogspot.com/
http://bibliotecademp3.blogspot.com/
http://cogumelomoon6070brasil.blogspot.com/
http://www.karadar.com/
Diversão:
http://failblog.org/page/
http://www.cracked.com/
http://www.farmaciadepensamentos.com/
http://www.nadaver.com/page/
http://www.nerdiando.com/
http://www.tolicesdoorkut.com/
http://desciclopedia.org/
as que não postei aqui estão no twiter
Sobre quem sou eu
Eu sei muitas coisas que eu não sou, mas o que sou, ainda não. Sou mineira, mas sou do mundo, não nasci pra ficar presa em um lugar, nasci para progredir e conheçer novos lugares e cidades e países. Sou cantora, e disso tenho certeza, desde quando eu ainda cantarolava com meus 7 aninhos e principalmente desde que eu me postei no primeiro palco aos 9 anos, sabia que era dali que eu devia conheçer o mundo, que ali era o meu lugar e era ali eu queria ficar o resto da vida. Sou artista, sim sou artista, de-me um papel que faço um desenho, de-me uma tela e tinta que faço pintura, de-me uma revista que eu faço uma colagem, de-me um aniversário que faço um presente, de-me uma música que invento uma forma de dançar. Não sou profissional em muitas artes, mas levo jeito de fazer coisas bonitas. Sou artista. Hiperatividade também é outra característica. E é tão cansativo que chego a ficar cansada com a possibilidade de escrever sobre ela...huahuahuahuahauhau... Também sou bonita! xD Nem sempre acho isso, mas é bom pra eu lembrar, antes que minha auto-estima resolva desaguar por qualquer motivo causado normalmente pela minha hipersensibilidade e me sinta ruim de novo. Sim, tenho a auto-estima baixa e estou lutando contra isso, no momento ela está ótima! xD E meu objetivo é mante-la sempre assim. Sou espontanea! Expresso tudo o que sou o tempo todo! e sou feliz assim, mesmo que algumas vezes eu tenha que enfrentar preconceitos, causar polêmicas ou qualquer outra coisa. Sou inteligente, e não vou dizer o quanto estudei, ou todas as coisas que sei, como um bom pseudo-intelectual faria, porque abomino isso de mostrar coisas superficiais.
Quanto às coisas que envolvem a minha vida. Minha familia é dificil, e aposto que muitas outras também o são. Tenho um namorado lindo e talentoso e preguiçoso, que quando quer resolve as coisas num segundo, amo ele. Gosto das pessoas em geral, não tenho essa coisa de não gostar, ou não ir c a cara. As vezes a pessoa me olha com uma cara tão estranha ou me fala algo tão absurdo, que prefiro não estar perto, mas é isso. Eu amo o fato das pessoas serem diferentes e terem valores, qualidades e defeitos diferentes um dos outros. Eu sou pacifista, mas acredito que tudo parte de você. Sem restrições. Não adianta ajudar um orfanato, se vc não ajuda o seu próprio filho a lidar com professores, por exemplo. Harmonizar de dentro para fora. Sou vegetariana! E acho uma vida saudável fundamental para qualquer um. Tenho acessos de loucura e palas...huahuahauhauhauahuahua...e esse defeito costuma ser muito divertido pra quem convive comigo.
Se eu falar de todos os aspectos que envolvem minha vida, até eu vou me cansar, então resumindo eu vivo intensamente o meu sentimento e a minha vida. Se estou num momento feliz vivo intensamente a minha alegria e aproveito cada segundo. Se estou num momento melancólico vivo intensamente aquele momento de reflexão e de observar a vida. Mas vivo! E não fico presa a nenhum paradigma ou regra. Me cobro demais e sempre quero melhorar, mas isso não faz exatamente mal né? Talvez um pouco de sobrecarga aqui ou ali...mas de boa.
E essa acho que foi a 16ª vez que tento responder a essa pergunta...huahuahuahuahauahuahuahua
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Homenagem ao Pato Fu VIII
Tudo vai Ficar Bem
Pato Fu
Composição: John Ulhoa / Andrea EcheverrySei que tudo vai ficar bem
Só não sei se vou ficar também
Eu faço tanta coisa
Pro mundo melhorar
Eu faço de um tudo
Que posso pra ajudar
Eu distribuo amor
Eu curo solidão
Mas peço por favor
Alguém me dê a mão
Sé que todo va a estar bien
Lo qué no sé es se sobreviviré
Sé que todo va a estar bien
Lo qué no sé es se yo me salvaré
Estoy comprometida
El mundo hay que cambiar
Y en esta corta vida
El verbo es ayudar
Yo distribuyo amor
Con toda soledá
Y pido por favor
Que mi tengan piedad
A vida da trabalho
Se lo digo señor
Eu digo pra senhora
La muerte es un horror
Eu luto só por paz
Ajudo meu irmão
Mas sinto que o destino
Quer me jogar no chão
Sé que todo va a estar bien
Lo qué no sé es se sobreviviré
Sé que todo va a estar bien
Lo qué no sé es se yo me salvaré
Sei que tudo vai ficar bem
Só não sei se vou ficar também
Vida de Cachorro
Pato Fu
Composição: Rita Lee, Arnaldo D. Baptista e Sérgio BaptistaVamos embora companheiro, vamos
Eles estão por fora do que eu sinto por você
Me dê sua pata peluda, vamos passear
Sentindo o cheiro da rua
Me lamba o rosto, meu querido, lamba
E diga que também você me ama
Eu quero ver seu rabo abanando
Vamos ficar sem coleira
Vamos ter cinco lindos cachorrinhos
Até que a morte nos separe, meu amor!
Homenagem ao Pato Fu VII
Sobre O Tempo
Pato Fu
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
Ah-ah-ah ah-ah
Ah-ah-ah ah-ah
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah...
Uh... uh... ah au
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tchau tô indo já fui
Pato Fu
E não queira me amarrar
No pé dessa cadeira
Vão cair nas minhas veias
As boas noites
Eu vou levar
E o que sobrou da feira
E não quero, e não quero, e não quero
Lhe ouvir dizer:
Amor, eu não quero que você vá
Seja o que for que você queira fazer
Me leve junto
Não vai dar, não vai dar não
Eu não quero essa aflição
Por não querer, por não querer
Homenagem ao Pato Fu VI
O amor em carne e osso
Pato Fu
Me jurou, prometeu, garantiu que se eu
Que se eu
Eu fosse um bom moço
Eu fosse uma pessoa boa
Eu me divertiria
Eu viveria rindo à toa
Olha só o que me disse um dia, ele
O amor em pessoa
O mundo não mudou
Pato Fu
Faço teses, faço juras
Mas não, oh não
Mundo não mudou
Pego em armas, dou meu sangue
Jogo bombas e granadas
Mas não, oh não
Mundo não mudou
Vou pra rua, vou pra praça
Grito hinos, grito frases
Mas não, oh não
Mundo não mudou
Fico em casa, cheiro incenso
Canto mantras, ligo chakras
Mas não, oh não
Mundo não mudou
Vou pra festa, queimo plantas
Tomo todas, tomo tudo
Mas não, oh não
Mundo não mudou
Homenagem ao Pato Fu V
Cities in Dust
Pato Fu
Composição: Siouxsie Sioux / Steven Severin / BudgieWater was running, children were running
You were running out of time
Under the mountain, a golden fountain
Were you praying at the Lares shrine?
But oh-oh, your city lies in dust, my friend
We found you hiding we found you lying
Choking on the dirt and sand
Your former glories and all the stories
Dragged and washed with eager hands
But oh-oh, your city lies in dust, my friend
Hot and burning in your nostrils
Pouring down your gaping mouth
Your molten bodies blanket of cinders
Caught in the throes .......
And your city lies in dustImperfeito
Pato Fu
Composição: JohnEu sei que meu amor
É imperfeito
Mas se ele deixar, vou lhe mostrar
O quanto também
Tenho defeito
Não é pra me gabar
Mas rio do que faço
Eu devia chorar
Eu sei o mal que fiz
Já está feito
Mas lhe pedi perdão, por ser assim
E o coração que
Tenho no peito
Não quer acreditar
Já nem estou mais aqui
Nem em qualquer lugar
Lá vai se embora meu mundo sem mim...
O que há de errado em ser tão errado assim?
Já vou saindo, não precisa empurrar...
Pois meu maior defeito é insistir
Que ele é perfeito,
Que é pura crueldade pedir pra ele mudar
Nem luz, nem espelho,
Nem olhos pra enxergar
Acho que sou alguém
Que nunca vai mudar
Lá vai se embora meu mundo sem mim...
O que há de errado em ser tão errado assim?
Já vou saindo, não precisa empurrar...
Pois meu maior defeito é insistir
Que ele é perfeito,
Que é pura crueldade pedir pra ele mudar
Homenagem ao Pato Fu IV
Perdendo Dentes
Pato Fu
Composição: John/Fernanda TakaiPouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Acho que eu fico mesmo diferente
Quando eu falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
Eu uso as palavras de um perdedor
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Acho que eu fico mesmo diferente
Quando eu falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
Eu uso as palavras de um perdedor
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
Se Soubesses
Pato Fu
Se soubesses o que faço para vir te ver.
Se soubesses o que fiz só pra poder te ver.
Não te zangarias nunca, nem duvidarias do meu amor.
Se soubesses que menti para poder te ver.
Se soubesses como luto pra poder sair.
Dizem que sou muito jovem para ser feliz.
Não me tratarias desse modo tão estranho que me faz sofrer.
Se soubesses o que minto pra poder te ver.
Quando vai chegar o dia que eu nao me separe nunca mais te ti?
Quando vai chegar a hora de ficarmos juntos a falar de amor?
E te ver, te falar, toda vez que eu queira.
E me ver e falar quando queiras também.
Se soubesses como luto pra poder sair.
Dizem que sou muito jovem para ser feliz.
Não me tratarias desse modo tão estranho que me faz sofrer.
Quando vai chegar o dia que eu nao me separe nunca mais te ti?
Quando vai chegar a hora de ficarmos juntos a falar de amor?
E te ver, te falar, toda vez que eu queira.
E me ver e falar quando queiras também.
Homenagem ao Pato Fu III
O Peso Das Coisas
Pato Fu
Diga é você
O motivo pra tudo estar aqui?
Sinto o peso das coisas
E o ar dentro de mim
Mostra que ainda existo
Ao menos me sinto assim
Aos domingos não te vejo
O mundo é ruim
Já mostrei o que eu ia esconder
Onde vou você sempre me vê
Finjo não doeu
E digo que nem percebi
Será que tá tudo bem?
Respondo que sim
Penso: você adivinha
Tudo o que sou ou o que fiz
Não gosto de C cedilha
Não pingo os meus "is"
O Prato do Dia
Pato Fu
Composição: JohnNão é tão ruim assim
Não é de todo mau
Quando me corto sem querer
É bom pra me lembrar
Que todo esses sangue
Que vejo por aí
Está por aqui também
Está por aqui também
Moço, hoje eu vou querer
A comida mais estranha
A que menos se pareça comigo
Tô me sentindo meio janta hoje
Tô me sentindo meio arroz com feijão...
Quem vamos ter pra hoje?
Quem vai ser? Quem?
Quem vamos ter pra hoje?
Quem vai ser? Quem, o prato do dia?
Não gosto mais de ler jornal
Pensei: é melhor pra mim
Fazer as contas do que vi
E nem quero me lembrar
Que todo esse sangue
Que vejo por aí
Está por aqui também
Está por aqui também
Moço, hoje eu vou querer
A comida mais estranha
A que menos se pareça comigo
Tô me sentindo meio janta hoje
Tô me sentindo meio arroz com feijão...
Quem vamos ter pra hoje?
Quem vai ser? Quem?
Quem vamos ter pra hoje?
Quem vai ser? Quem, o prato do dia?
Homenagem ao Pato Fu II
Mamã Papá
Pato Fu
Composição: Rubinho Troll / John Ulhoa / Fernanda TakaiConte sua história
Pois sua memória
Pode um dia se apagar
Não faça segredo
Não, não tenha medo
Estou aqui pra te escutar
Mamã Papá
Quem já tem neném
Sabe muito bem
Tem história pra contar
Ele já cresceu
Mas nunca se esqueceu do amor
Que havia em seu olhar
Mamã Papá
Quando seu corpinho se mexe na barriga
É só um toquinho
Mas transforma sua vida
Conte sua história
Pois sua memória
Pode um dia se apagar
Não faça segredo
Não, não tenha medo
Estou aqui pra te escutar
Nunca diga
Pato Fu
Composição: Frank JorgeQuerido nunca diga que eu tenho mau gosto
E saiba que o belo da vida ainda está pra nascer
Querido por favor olhe bem em meu rosto
E tente enxergar o que os outros não conseguem ver
Fui lhe mostrar um disco que eu comprei
De um cantor que eu sempre gostei
Mas você não me deu atenção
E voltarei pra casa pelo mesmo caminho
Escutarei o meu disco sozinha
Dentro do meu quarto na escuridão
Querido nunca diga que eu tenho mau gosto
E saiba que o belo da vida ainda está pra nascer
Fui lhe mostrar um disco que eu comprei
De um cantor que eu sempre gostei
Mas você não me deu atenção
Voltarei pra casa pelo mesmo caminho
Escutarei o meu disco sozinha
Dentro do meu quarto na escuridão
E tente enxergar o que os outros não conseguem ver
E tente enxergar o que os outros não conseguem ver
Homenagem ao Pato Fu
A Hora da Estrela
Pato Fu
Composição: John UlhoaEla esta pronta
Pra mudar a sua vida pra sempre
Já imagina
Como tudo vai ser tão diferente
E aquele lugar la na frente
Vai ser seu
Mais um minuto
E tudo o que sonhou vai ser verdade
Não há no mundo
Quem não entenda a sua felicidade
Que possa dizer com certeza
Que o lugar é seu
Que é de quem nasceu pra brilhar
Uh, a hora da estrela vai chegar
Uh, agora ninguém vai duvidar
Não hoje, não mais
Nem nunca, jamais
Ela esta pronta
Pra mudar a sua vida pra sempre
Antes que seja tarde
Pato Fu
Composição: John/Fernanda Takai/Tarcísio Moura
olha, não sou daqui
me diga onde estou
não há tempo não há nada
que me faça ser quem sou
mas sem parar pra pensar
sigo estradas,sigo pistas pra me achar
nunca sei o que se passa
com as manias do lugar
porque sempre parto antes que comece a gostar
de ser igual, qualquer um
me sentir mais uma peça no final
cometendo um erro bobo, decimal
na verdade continuo sob a mesma condição
distraindo a verdade, enganando o coração
pelas minhas trilhas você perde a direção
não há placa nem pessoas informando aonde vão
penso outra vez estou sem meus amigos
e retomo a porta aberta dos perigos
na verdade continuo sob a mesma condição
distraindo a verdade, enganando o coração
na verdade continuo sob a mesma condição
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Reflexões desses novos dias
Enquanto caminhava em direção até em casa, estava lá eu, como de costume olhando pra cima e vendo o contraste das árvores com o céu. Se tivesse uma galeria só de fotos de contraste entre árvores e céu eu iria ser visitante moradora. As coisas são tão bonitas quando são vistas assim de ângulos diferentes, artisticos. Tudo fica bonito quando vira arte, incusive a desgraça e a graça cotidiana.
Amigos
Tenho visto poucos amigos ultimamente, não é exatamente um sentimento de desapego como costumava ser, e muito menos a falta de tempo, que existe, mas não é desculpa pra nada. Porque dar um telefonema não dói. Mas a verdade é que quando se namora de verdade de corpo e alma, a gente desprende um pouco da companhia de outras pessoas por tomar a vida do outra a sua também, e fica assim uma junção que é dificil perceber outras coisas. Ainda assim não é desculpa, a ausência fica, a saudade aperta a distância aparente aumenta. E é só na presença do amigo é que ela mostra o quanto não faz diferença o tempo separados, issó é maravilhoso...mas ainda assim não é desculpa para ficar distante.
Amor
Amor amor amor. Já falei tanto disso, já vivi tantos tipos de amor. E continuo amando a tanta coisa a tanta gente. Claro que não existe mais certas ligações, mas o sentimento de carinho que fica depois existe. Tanto amor pra viver ainda, só que eu nao sabia antes de encontrar o Biel, que amor não se desgasta e é possivel amar muito, e de várias maneiras diferentes a mesma pessoa, todos os dias.
Música
Sabado de teve show do Angra e do Sepultura, e foi muitooo bom. E no dmingo o The Voca people. excelente, que disseram sabiamente Música é energia, música é vida. Música é a minha vida, e sobre isso tenho tanto a dizer que nem consigo me expressar. Será que alguém consegue viver sem música? Deve ser triste. Ah e quanto ao Voca people procurem na internet, e imaginem essa alegria que eles passam multiplicada por 100, pois é...
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Fragmentos desses dias
Ela olhava as montanhas e seus olhos lacrimejavam quase que inconscentemente. Todas as lembranças chegavam num turbilhão. Cunfudindo o tempo que já é confudido por si mesmo. Passado, presente e futuro num mesmo tempo. Um mesmo rosto um pouco diferente.
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O tempo passou e finalmente ela percebeu o seu valor, mas de que adianta. Não tem como voltar no tempo. Ou será que tem? O sentimento é uma coisa estranha que a gente esconde no fundo do peito. Dizem que amor é eterno. Mas que o amor acaba. Não acredito que o amor acabe. Mas a gente vai guardadando as pessoas num lugar bem escondido, para não recupera-las mais. Mas isso não acontece. E o pior é perceber que se ama alguém que você descartou.
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Foi visitar a família, a vó com mal de alzaimer. Nossa como pode ser tão frágil a vida? Ela já ia embora, já era hora. Tanto sofrimento não dá p sustentar tanto tempo. Perdoei naquele momento tudo, mesmo já tendo perdoado, porque sabia que era a provável última vez que a veria. E foi. E doeu. Mas como é estranho quando se percebe que restava um resquicio de passado, de carinho. Me desarrumei, desfiz minhas coisas, não fiz o que tinha a fazer. Ela precisava de um tempo dedicado a ela.
Sangue do meu sangue. E se o meu próprio fosse derramado hoje como eu ficaria, qual seria a sensação. Eu que não tenho medo da morte me senti um nada perto dela. Mas fazer o que é a vida. Sejamos realistas porque teria uma aula de realismo dali a pouco. Muitos falaram comigo, muitos me viram, mas nin´guém me enxergou naquele dia. Por que? As pessoas que me enxergam estão longe. Mas vou permanecer. Ah e por muito tempo. Não espere que minha passagem do mundo seja em vão.
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Muita gente, muitos sorrisos. Todas a infância estava ali e foi maravilhoso. Fizemos um herói p o mundo. Tiramos carta da manga. Cantamos nas ruas vazias. Dançamos a sinfonia da noite. Entramos em jogos fantásticos. Nadei nos lagos de minas. Tanta maravilha o sol mais dourado. As nuvens acolhiam a gente. A neblina descansava, e agente corria corria corria. Tudo ficou mais feliz eu a fadinha com o pan bem ali. Brincando com a vida. Que bom foram esses dias!
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é o tempo passa, ver minhas primas crescerem tanto ficarem bonitas, inteligens, decididas me dá medo...rs. Porque a gente vê que tá ficando velha e queelas serão futuras companheiras de noitadas e namoros. Tenho medo que elas encontrem qualquer um e se apaixonem, afinal aconteçe, mas não quero que aconteça. Duas jóias que vi crescer. A julinha , me deu uma das mais nojentas imagens da minha vida. Um dos seus primeiros cocôs verdes...rs. Afe, ficar falando assim. O melhor de tudo era pegar no colo. Minhas priminhas. Minhas primonas. Tô baixinha perto delas...rs...
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Érica do meu coração, só vi tua mãe dessa vez e me deu um aperto saber que você tá noiva. Nossa será que vou ter que lhe visitar em Arcos?rs. Nem sei, mas fiquei com um ciúme desgraçado, muito mesmo. Aliás essa carreira de ciclista brilhante que vc tá trilhando tá me deixando com ciúme sabia?hahahaha...tantos novos fãs que tenho medo de se esqueçer dos amigos. Minha melhor amiga ontem, hoje e sempre. Nossa amizade perdurará a eternidade c vai ver só!
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É minha alma gêmea você escolheu sofrer! Escolheu se afundar no poço das lçembranças. Mas espero que tenha momentos de felicidade e de lucidez no seu caminho...
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Brasília o cidadezinha ingrata viu? Te amo e vc me dá solidão, a frieza dos brasilienses. O clima que judia da gente e da natureza. O cidadezinha amada e odiada. Te amo sabia? Mas não quero vc para sempre. Prefiro Brasíla como destino de férias....
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Lavras Lavras Lavras, ás vezes preciso lembrar porque saí daí. Foi para levar a minha arte para todos os lugares. é escolhi ser uma eterna viajente. Livre de amarras e de apegos. Fazer o necessário sempre. O necessário infelizmente agora e dedicar p minha carreira. Mas sei que a reviravolta chegará, e quando ela chegar não nego a minha essência. QUe os bons ventos nos levem então!
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Os estudos em sugam, mas não deixo...rs. Contrariar é preciso, inclusive contrariar o próprio coração. Mas contrariar sempre. Se tenho que estudar, mexo no PC. Se tenho tempo livre p mexer no PC vou cantar. Se tenho q cantar vou estudar. Se tem muita gente fico só. Se não tem ninguém aí eu vou lá. Se dizem não, é preciso dizer sim. Mas se dizem não é preciso dizer sim. E não perguntem porque, é necessário e sabemos todos disso.
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Ando me sentindo só com vontade de um companheiro, que seja músico, que saia p lugares legais comigo, que me dê carinho. Uma pessoa legal. Porque aqui em Brasília não tenho meus amigos que posso ver todos os dias,(é tudo tão longe). Então seria legal uma pessoa comigo. Uma menina legal, um menino legal. Queria sim, não digo que vou a caça, mas tô pedindo p cair o(a) anjinho(a). Será que cai hein?rs...
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Ah em falar em amizades, tenho muito a agradeçes meus amigos. São eles que fazem os meus dias brilharem, eles trazem cores diferentes. Até os que não contato fico tão feliz em ver que meus amigos estão bem, em ver o sorriso deles, em sentir de perto que tem uma pessoa ali que compartilha comigo um momento, mesmo no passado, no presente e até mesmo no fututo. Poruqe as promessas de amigos fazem nossos sonhos mais completos.
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Tô cansada de promessas não cumpridas. Cansada mesmo, ai de quem as fizer p mim. Tô c o pavio cutíssimo...rs
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Filosofadas em goles certeiros. Pelo menos p mim. Tlvez porque tô vivendo esses momentos. Mas quem não conheçe esse sentimento que a morte, o amor, a solidão, a sudade, a solidão, a alegria, o riso traz. Um real para quem não conheçe...rs...
Bom ainda acho q ninguém lê esse blog e fico feliz!rs porque assim tenho mais liberdade p escrever, sou até mais sincera. E isso alimenta meu autismo feliz...rs...Ah esses dias vi uma comunidade perfeita, que coloquei lá no meu perfil secreto. " Sou um autista sociável"...huahuahauhauahuahauhau...
No mais estou indo embora, porque a lombra começou...rssss...daí ela não para mais...
iiiiiiiii preciso parar de escrever em terceira e primeira pessoa ao mesmo tempo...rs
bjokitas a todos (mesmo que seja às outras Elisas do Vale)
Passa o tempo
Passa hora, passa o tempo, mas não passa o meu tormento
Ora ora, veja só, o tempo me deu um nó
Fiquei presa nessa hora, não consigo mais sair
Passa hora passa o tempo, masnão passa o meu tormento
Uma hora, duas horas, quantas horas hão de vir?
Sinto muito, mas pressinto que não poderás sair
Estas presa nessa esfera que é medida em relógios
E o tempo não espera voa como o pensamento.
É melhor que tu te movas, ande saia já daí.
Corre dele, foge, anda, pra não ter que mais medir
A altura e o tanto que pretendes voar
Foge deste grande olho, talvez possa se livrar.
Acho que ele se escondeu, já não sei que horas são
O sol já foi-se embora e o silêncio chegou
É o tempo foi dormir e quebraram os relógios
E agora? O que faço pra passar o meu tormento?
Como já está ficanco uma tradição um texto e uma poesia...Mas tudo bem...rs...essa não constrói nenhum dogma. Ah, essa poesia aí em cima escrevi mais ou menos em junho, enquanto esperava uns atrasados. Fiz ela com um ritmo de relógio quase que imposto na minha mente pela espera...afe como é chato esperar! rss...Mas achei legalzinha...
bjokitas
à demain
Perdi uma companheira
Semana passada perdi um ente querido, minha querida e amada agenda. Depois de muito esforço psicológico para começar a utilizá-la de maneira sábia e realmente útil.
Guardei meus sonhos, desenhos, poesias, anotações, futuros empregos, contatos, e-mails, anotações extras, amores, segredos, tudo tudo tudo. E num belo dia no Cruzeiro quase na hora da aula de canto com o Felipe eu perdi a minha bendita fico pensando agora na pessoa que esteja com ela. Será que leu? ou está lendo? Será que jogou no lixo, será que guardou. O que será dela.
Tenho lembranças tão delicadas..hahahaha...como o adesivo de Onde está Wally na capa de trás.Que embelezou ainda mais a bichinha. Ai ai ai pois sim dou resgate para quem a achar. Um abraço e um pedaço de queijo...rs...mas da mesa lá de casa. O legíimo queijo mioneiro que tal?...hummm...não acho que ainda está pouco...já sei uma pedra preciosa. Preciosa depois que eu entregar...rss...coisas do além, ´musica, canto regado de sonho e revolta. E aí quem achar promete que devolve???
Então é isso, esse é o primeiro episódio de Elisa em busca da agenda perdida...rs...
bjokitas
O Computador
Por dentro da rede virtual
Enxergo um mundo novo
Ligando todas as nações
Numa só teia que agarra
Que prende e prenderá
Cada vez mais homens e máquinas
E o que antes era do homem
será propriedade das máquinas
Computadores de corpo
Animais motorizados
Satélites controlados
E conhecimento acumulado
Entre elétrons neutrons e protons
O mundo se entrelaça
E o computador como um berço
Vai embalando as nações
esse tb é das antigas
Palavra de pomba
Pobres homens, tão cegos e tão ricos! Não vêem o que mais tem de belo. Tentam ser como ´nós, pássaros. Tentam criar asas, esperam chegar ao infinito, procuram liberdade, mas não percebem que o que mais tem valor está debaixo dos seus narizes. Não percebem o cheiro das flores, as majestosas árvores, os diferentes animais à sua volta. Não sentem o gosto das coisas que comem, não vêem que são belos do jeito que são, não sabem nada do mundo, e acham que são donos da verdade.
Acham que o mundo é só deles. Não percebem que buscam a liberdade, mas se prendem em suas próprias leis. Tão cegos, e tão ricos!
Esse aí é um fragmento das antigas...de 2003...nessa correria não tá tendo tempo de produzir...mas os antigos tb acho legaizinhos...Coloquei pomba, pq eu considero uma ave miuito observadora. Que muita gente tem repugnância, mas eu pessoalmente tenho uma admiração por elas...
Auto Retrato Modernista
Nasci como um anjo torto
Que quebrou a asa, perdeu a casa
E ficou paerdida no mundo
Não me acostumei com a sociedade
Mesmo lutando para isso
Nunca entendi como a perplexidade
Não consegue mover o mundo
Aos trancos e barrancos
Com vitórias e derrotas
Alguns erros irremediáveis
Quebraram a outra asa
Não sou mais um anjo torto
Agora me acostumei com a sujeira
Da sociedade capitalista
E entendi porque a perplexidade
Não consegue mover o mundo
Ela está extinta...
Mas ainda vive dentro de mim...
Pois nasci como um anjo torto!
Esse é das antigas tb...
bjokitas
de novo
Tentaram me destruir tantas vezes. Tentaram me rebaixar aos vermes. Mas eu sou sim uma criança! Que tem fibra que tem uma defesa boa, não lutaria comigo...rs...Mas consegui e estou conseguindo.
Sou superficial, sou fútil, sou animalesca. Gosto de comer, beber, dormir, fazer sexo. Tudo que qualquer animal gosta. Porque nós humanos somos animais, animais sim. Que fazem mais estragos do que qualquer outro animal.
Minha loucura é disfarçada, não me enveneno para mostrá-la. Não precisa não. É só ver uma coisa ridícula, afinal coisas ridículas fazem rir, e elas estão por toda parte...hahaha...é divertido, é muito divertido!
Sim sim, quero cantar, quero dançar, quero atuar. E quero fazer isso cada vez melhor....Sim sim quero ver um rosto melhorar a expressão. Quero ver seu sorriso. Na verdade amo seu sorriso. Você sabia? Sim sim, amo muito, mais do que deveria.
Nossa como as coisas mudam. Estou feliz! Estou estudando, estou lendo, estou cantando, não me incomode. Me deixa em paz!!!!! Me deixa em paz!!!!! Que droga essa vida virtual. Nessas horas tenho saudade de Minas, lá eu tenho amigos p fazer tudo, e para fazer nada. E o fazer nada com eles é minha atividade preferida. Por isso brinco. Brinque comigo vamos?
Silly girl silly girl, está se apaixonando novamente, mas que droga, porque isso não acaba? Só duas pessoas te mataram até hj em 19 anos, veja bem é uma boa estatística, mais ou menos 10% da sua vida até agora foi morte, 30% foi sono, e o resto foi vida...é 60% de vida. Parabéns garota! vc tá bem!!!
Estou estou sim!!!Muito!!! E porque estou dizendo tudo isso? todo esse nonsense. Porque não senta p bate um papo, p beber um café, ou um suco de laranja, ou um conhaque, talvez vc entenda, ou talvez não. Nem eu entendo...
Tudo de novo
Tudo de novo!
Mais uma vez você está aí
Os seus olhos sorriem com um brilho diferente
Seu coração palpita com detalhes
E vc está aí se arumando p ver a chuva
Tudo de novo
O ano termina e guarda lugares
Guarda segredos, lágrimas, sorrisos
Guarda os cadernos velhos e canetas antigas
Guarda sonhos realizados e a realizar
os sonhos não acabam...
Tudo de novo
vamos é sua vez!
vamos suba ao palco, você consegue
Vamos lá sei que consegue...
Menina não chora vai ficar tudo bem
você é tão bonita!
Tudo de novo
eles caminham pelas ruas e vestem farrapos
Eles querem uma moeda
Mas você não tem uma moeda
Você dá apenas um olhar
Quando isso vai melhorar?
Tudo de novo
volto no tempo e veja só tem montanhas
E flores de todas, todas as cores
tem água para nadar também...
ah mas aqui também tem...
o que? aquele cheiro de mata quase desconhecida
esse só nas coisas puras, que nunca serão sujas
Relato da viagem
Em meados do fim de dezembro, tive um baque psicológico extremamente difícil, e não o enfrentei viajei. E na viagem vi tanta coisa que tudo a minha volta parecia ao mesmo tempo gigante e mínimo.
Passamos na Bahia, vimos o seu povo simpático, a comida saborosa, a cultura, a capoeira, as igrejas, as desigualdades. Salvador é um império caído em ruínas, que tentam resistir à degradação do tempo e das pessoas. Mas é bonito de se ver, apesar de tudo.
Subindo mais passamos pela Praia do Forte, um dos pontos mais lindos da viagem, apesar de ser um dos mais elitizados. Mas a beleza esteve no aconchego da rede, no nascimento das tartarugas que tivemos a honra de assistir, e na genialidade de dois grandes músicos que ali se apresentaram naquela noite: Wagner Tiso e Armandinho. A viagem continuava a paisagem litorânea e tropical enchiam os olhos. Subimos mais em direção a Aracajú cidade bonitinha. E nos hospedamos na casa da querida Laura. Passeamos, vendo o projeto Tamar dali perto, vendo praias e conhecendo a cultura da cidade que me pareceu bem estranha. Com placas em pleno centro de proibido subir carroças, e carros estacionados e três vagas, achei um pouco estranho.
Daí veio o natal, um natal nada convencional, com frutas, lasanha, cartas e tequila. E quase todos dormiram antes de 12:00 só eu e Laura ficamos, mas não houve fogos.
Depois de Aracajú passamos brevemente por Alagoas. Eu posso dizer só que dormi em Maceió, porque fiquei dormindo quatro horas direto dentro do carro e já estávamos em Pernambuco. Fomos dormir em Maracaípe que fica perto de Porto de Galinhas. Passou um furacão interno que acabou com alguns planos da viagem. Enfim fugimos de Pernambuco, mas deu p perceber o quanto Recife era bagunçada e Olinda era linda. Uma cidade maravilhosa com cultura impregnada em suas paredes.
Resolvemos passar o reveillon na Paraíba em João Pessoa. Cidade maravilhosa. João Pessoa é realmente uma cidade espetacular. Terminamos o ano dançando ciranda e começamos com Zé Ramalho, foi incrível.
Agora estávamos rumo a Fortaleza conhecendo os lugares as diferenças culturais, os problemas locais, e as maravilhosas praias. Como a do Francês, a dos Carneiros e a de Pipa, um dos lugares mais lindos que já vi em minha vida, não há como descrever de tão bonito que foi, ficamos acampados dentro de um pedaço de mata atlântica e foi muito, mas muito bom. Depois passamos em Jenipabu e conhecemos a parte do Brasil que é deserto. Lugar que eu não diria ser possível se não visse com meus próprios olhos...
Enfim chegamos ao Ceará, lugar que a estrada já traz impregnada a seca e a fome. Pessoas viajando a pé sem sapatos na beira da rodovia. Rios secos. Uma imagem triste. Enfim chegamos a Fortaleza. Lugar lindo também, apesar do mar ter me expulsado. Foi o mais pesado que pegamos na viagem. Mas teve um triste fato, roubaram nossa máquina digital. E daí veio mais um furacão interno que acabou com mais um pedaço de mim. Era a hora de voltar para casa, voltamos pelo Piauí, e lá teve mais um fato uma infecção alimentar que me tirou os dias da viagem e me enfraqueceu. Pois bem, daí chegamos em Brasília.
A viagem foi maravilhosa, mas devido a certas coisas estou em pedaços. Volto para estrada dessa vez em direção à Minas, que é pra ver se consigo junta-los lá na minha terra Natal.
Estou feliz de conseguir sentir, estou feliz por estar viva e isso é tudo o que importa agora!
Abecedário de férias
Amizades - novas e antigas marcaram os momentos tão especiais que passei em Lavras, minas e nordeste. Posso dizer que é o mais importante fator de minha vida, por sempre renovar meu espírito e meu corpo cansado em um novo impulso de energia.
Bahia - Mais especificamente Salvador, foi lá o primeiro lugar que passeamos. É um estado interessantíssimo. Muita história e cultura impregnada, lugares como Pelourinho, elevador, igrejas, praças, prais. E um povo muito bonito, a maioria negra.
Carro - é o carro foi essencial para nossa aventura. O peugeot 206 aguentou firme e não deu problema algum. Sujou muito tadinho e ficou desgastado. Ah, teve uma pequena parada para para ajeitar os pneus no Piauí por causa da estrada.
Dunas - Uma das paisagens mais lindas da viagem foram as dunas de Genipabu no Rio Grande do Norte. Adrenalina pura no passeio de Buggy e uma explêndida paisagem. Um deserto no meio do Brasil.
Erica - Minha querida amiga irmã que tanto tempo me acompanhou se casou e mudou para Arcos. Ah! que saudade que sinto, desejo o melhor possível a você!
Fortaleza - a tão esperada Fortaleza é muito legal, mas também nos trouxe algumas chateações, a cidade é linda, mas justamente lá, na última pria que fomos, a Praia do Futuro a nossa máquina digital foi roubada.
Goiaba - Uma das partes mais divertidas foi descobrir o longo quintal da casa da minha irmãzinha Bruna e pegar umas goiabas com o Renan que foi nosso lanche junto com o bolo de chocolate...hummm...tava bom!
Hortelã - Na casa da Laura em Aracajú o nosso chá de hortelã que preparávamos estranhamente foi andando em direção à pia. E descobrimos bichinhos dentro do saquinho. Veja só!
Irmãos - Então falar da minha irmãzinha a Bruna, que muito me ensinou e ajudou, sem ela ficaria perdidinha em certas coisas, mas juntas descobrimos caminhos e uma amizade maravilhosa.
Jõao Pessoa - Cidade linda, eleita a melhor por minha pessoa, adorei e pretendo voltar. Foi lá que passamos o reveillon dançando ciranda, tomando água de coco, comendo tapioca e ouvindo o grande Zé Ramalho.
k / Carrie - (como não achei, vou pelo menos imitar o som) - Carrie, a estranha, filme clássico de drama trash que assisti com o Adriano e o Marcelo. Muito engraçado!!
Lavras - Minha cidade tão querida, passei um tempinho aí e foi maravilhoso. Sempre volto renovada, com os amigos, jogos, diversão, saídas. é sempre bom voltar às nossas raízes!!!
Macaxeira ao forno - o prato mais top da viagem que comemos em Aracajú. Um tipo de purê de mandioca coim queijo, parece simples, mas me desculpe vovó, foi a coisa mais saborosa da viagem!
Naruto - Sim muitas lutas e duelos no Naruto do play 2 do Aoshi e do Lucas. Muito bom!!!
O Fabuloso Destino de Amelie Poulain -, Edukators, A encantada, Paixão em tempos de cólera, O Fantasma da ópera, Paris eu te amo, Jack e June, Ela dança eu danço, Ratouille, O castelo encantado, e outros filmes...muito bom!!!
Praias - Praia do Forte, do francês, de Pipa e várias outras que nos banharam nessa viagem, ô coisa boa viu? Passar o tempo fazendo nada na praia.
Queijo coalho, maldito e bendito seja queijo coalho que nos alimentou nas beiras de praias e me infeccionou na volta. Não gosto nem de lembrar dessa parte! 3 dias sem comer e passando mal!
RPG - Para variar um pouquinho...rsrsrsr...jogamos RPG, no sistema que o Lucas e o Flávio estavam experiementando, muito bom, fiz a Lúcia, guerreira humana com muitos bons itens. Fez a nossa diversão por bastante tempo!
Sergipe - Especificamente Aracajú onde visitamos a Laurinha, passamos 4 dias, incluindo o Natal e foi muito bom! Aprendemos a jogar escopa o jogo que nos acompanhou o resto da viagem.
Turismo - Beach Park, mergulho, nordeste inteiro, Pernambuco, caminhadas, Tiradentes, São Jõao Del Rei, Natal...a viagem foi repleta de passeios turísticos de várias formas...
União - Amigos reunidos na madrugada, família reunida, união foi essencial para a harmonia mesmo quando não estava tão harmoniosa a viagem.
Vovó Ivanise - é claro que eu não poderia esquecer do aconchego e carinho da minha vózinha querida. Essa menina inesquecível...rsrsrsr...
X - salada - sem hamburguer substitui por ovo por favor. Não poderia esquecer dos deliciosos sanduíches de Lavras, aproveitando assunto para falar também das muitas outras comidas típicas, ô maravilha esse Brasil!!!
Windows XP, alta vista, Linux, Internet, dowloads, vídeos, músicas, filmes, animes. Um dos assuntos mais discutidos das férias. Um tanto de nerd reunido só podia dar nisso...rssrsrsr
Yael Naim - foi uma das revelações na música que conheci nas férias, porque a música está sempre presente, e afinal como diria o Lucas, nada mais essencial que a música para um musicista!
Zoação - Enfim, zoar tudo e todos foi uma regra quase uma filosofia de vida, procurei junto dos que comigo estavam motivo para rir em absolutamente todos os momentos. Até nas lágrimas é necessário rir, enfim mais um ponto essencial que fez a viagem parecer vibrante, mesmo quando era patética!
Conversas esparsas...
Sentada na poltrona olhando para o computador, como em todas as horas que ela passava quando as possibilidades de algo útil se acabavam, ela foi conversar com seus queridos buscando um oi, para dar mais cor ao seu dia.Entre os que estavam naquele momento o moço dos olhos que lhe acompanhou na noite passada, naquela festa cheia e pessoas divertidas, música, comida diferente, conversas e tantos momentos.
Lembrava de flashes da noite. Amor, estudos, trabalho, música, atividades, besteiras, liberdade, raízes, comidas, pessoas. Tudo cabia nas conversas que tivera com o pessoal. Ia-se formando um labirinto de possibilidades que quase sempre eram cortadas com alguma risada seguida de esquecimento das palavras anteriores...Laços de relacionamentos foram lançados e cultivados em pouco tempo, mas suficiente.
Em uma das conversas sobre a vida e o tempo, que é tão corrido nos dias de hoje surgiu a pergunta do moço:
- E como se faz para namorar quando se tem uma agenda tão cheia?
Ela:
- Ah, é complicado, mas...em minha opinião há duas escolhas ou acompanhar ou respeitar a liberdade.
No mesmo momento veio uma memória de uma frase na mente do moço e ele a citou: Quando tiver que escolher entre a disciplina e a Liberdade escolha a liberdade.
E a moça filosofou:
- Afinal se você tem liberdade é livre para ter disciplina ou não. Mas se você tem disciplina, sua vida fica presa a preceitos que te impedem de ter liberdade...
E a conversa mudou p outro rumo. Voltando para aquele estado divertido de desconhecimento que as palavras não saem, mas o olhar busca algo e acaba por dizer por si mesmo.
...
Por fim já estavam indo para casa em meados de cinco e pouco da manhã, chegaram a assuntos de amizade. O sono já baqueava ambos e as palavras saiam confusas...risos nervosos...palavras ao vento...a moça lembrava dos amigos que conhecera na noite. E dizia algo a respeito:
- Amizade para mim, é o fator mais importante para a sustentação emocional de uma pessoa. E é legal, porque amigo a gente vê à longas distâncias de quilômetros e às vezes tempo, mas o carinho é o mesmo. No fim é a mesma coisa.
- Pois é (o moço responde) o dono da casa mesmo não nos víamos ha uns dois ou três anos e foi uma história engraçada, quando vi ele, ele estava casado e eu namorando...e agora quando nos vimos de novo ambos estávamos solteiros e a amizade continuava forte.
- É é legal quando se encontra um velho amigo. Eu acho que as amizades também deviam ser nutridas com liberdade porque o sentimento continua.
O moço discordou em pontos:
- É legal deixar os amigos livres sim. Mas o cuidado de ligar, de deixar uma mensagem também é essencial para nutrir as amizades. É preciso cultiva-las também.
- É verdade (a moça falou pensativa), isso é uma coisa importante mesmo. Nem sempre faço isso.
Pensando sobre o moço respondeu:
- E as magnitudes de como as pessoas reagem a estes estímulos é totalmente individual, única!
Daí a conversa já se voltava à filosofia de novo a moça então continuou dialética:
- E isso acaba sendo uma das coisas mais fantásticas da vida as pessoas, as reações, sentimentos, os atos. Se relacionar é sempre uma surpresa afinal, e o inusitado que observamos em cada um, é fascinante perceber. E é complexo também não é? Essa coisa de sentir pensar e agir.
Chegaram dessa forma aos assuntos complicados, afinal como se determinar o que é complexo e o que é simples nessa vida?
O moço divertidamente responde:
- Não é nada, pra mim é assim: "tudo é muito simples quando é só vc.
- Pois é, mas e quando existe o outro e aí?
- Ah, aí se tornam complicadas!
- Talvez, um pouco. Mas não muito.
O moço então acrescenta:
- E a partir de três pessoas, há análise combinatória.
...
E nessa hora a moça já confundia as idéias porque o sono já estava batendo há um tempo. Seus olhos se fechavam e o raciocínio ficou mais lento. Mas ela não queria terminar a conversa então começou a falar novamente de coisas esparsas, os risos divertidos, os risos nervosos. A madrugada terminava e o dia começava para eles assim.
A filosofia não coube mais naquele dia devido à necessidade fisiológica de dormir. Estavam no prédio da moça e finalizaram a conversa. Mas os olhares disseram o suficiente para determinar que aquela conversa não terminaria ali daquela maneira...
O sono a essa hora batia e o computador já estava até cansado.Ela pensava no dia passado, e no dia seguinte ao mesmo tempo em que terminava de digitar as conversas esparsas que teve com o moço dos olhos...
Dias de vento
Tem dias que a gente sente simplesmente passa seguindo o fluxo. Ando me sentindo assim, cantar músicas, dançar diferentes estilos, conheçer pessoas, conversar sobre tudo e nada. Observar o tempo, a natureza, as atitudes. Não sei bem o que está por vir. As aulas começam nessa segunda processos e mais processos de metamorfosear-se diante da vida que exige esta postura da gente. Quanta coisa acontece em pouco tempo. E ao mesmo tempo nada acontece de realmente relevante.
Bom não sei explicar, essa sensação. É como se eu me tornasse uma parte intrinseca de tudo e euj pudesse sentir a alegria do canto dos bicho, a ira do mar, tudo assim fluido e imperceptível aos olhos comuns. Não vejo razão nenhum em querer mais do que isso. Mas quero, quero de novo, e quero mais. Desejar é um dos trabalhos que deveria fazer para desapegar, mas alguém me diz por favor como é possível se livrar, esqueçer, passar despercibido aquilo que marcou a alma? Tanta coisa vai marcando a nossa alma, o nosso corpo, o nosso coração. E é nesses pequenos detalhes que a gente conhece os verdadeiros mistérios do ser humano.
Ah eu devia apareçer mais vezes, e você e você e você também. Quero um pouco de caos na minha vida. Um caos doce e harmonioso que serve para balançar a gente de vez em quando. Aquele que abala as estruturas e faz a gente rever todas as decisões tomadas. Decididamente quero um pouco de caos. Mas quero sim continuar fluindo junto com a vida, sentindo cada molécula de vida, cada milésimo de tempo, cada emoção, cada pensamento ´lógico também! Continuando nesse milagre pacífico, que é ter a capacidade de pensar, se comover. Mas sem esqueçer de um pouquinho de caos, para apimentar m pouquinho esses dias de vento...
tic tac
tic tac tic tac
passa o tempo mas não passa
tic tac tic tac
mas que coisa! vê se passa!
tic tac tic tac
só espero e o tempo passa
tic tac tic tac
eu não quero só passar
tic tac tic tac
vem já é tempo de estar...
Sintese - republicação e explicação
Putz tudo isso mudou muito...hahahaha...Vou corrigir aqui, o que estou reescrevendo está em vermelho
Bom todos esses últimos textos que publiquei, foram publicados no blog de divulgação, porque como eram textos pessoais e separei os blogs em temas. Achei que deveriam estar aqui. Peguei então os mais significativos. E essa síntese incompleta(claro), finaliza as republicações.
10 coisas que amo
1 - Música
2 - Filmes
3 - Livros
4 - Animes
5 - Natureza
6 - vermelho
7 - Rir - Humor negro, satírico, e non sense principalmente
8 - Amigos
8 - Endorfina - Sexo, esportes e exercícios físicos
9 - Me expressar artisticamente
10 - Família
10 - Estudar e aprender sobre tudo
10 coisas que odeio
1 - Fofoca
2 - Beterraba
3 - Arte midiática
3 - Hipocrisia
4 - Preconceitos
5 - Falta de atitude
6 - Frieza ou insensibilidade
6 - Falsidade
7 - Palvra não cumprida
8 - Esperar
9 - Que falem comigo quando acordo
9 - Que me dirijam a palavra fora do ambiente de trabalho
10 - padrão estético esquelética
10 - padrão estético feio considerado bonito na mídia
10 Representantes musicais preferidos
1 - Beethoven
2 - Bach
3 - After Forever
3 - Shakira
4 - Alanis Morrissete
5 - Enya
5 - Yael Naim
6 - Cecilia Bartolli
6 - Natalie Dessay
7 - Metallica
7 - Eluvatie
8 - Quarteto em CY
8 - Roberta Sá
9 - Arrigo Barnabé
10 - Zelia Duncan
10 Comidas
1 - Queijos
2 - Doces caseiros
1 - Empadas
2 - Morango
3 - Macarronada
4 - Lasanha de berinjela
4 - Tapioca
5 - mostarda
6 - Pimenta
7 - Palmito
8 - Tomate
8 - Vinho
9 - SSS (Sucos, sopas e saladas)
10 - Patês (c pão é claro)
10 Filmes
depois edito esse
1 - Carmem
2 - A Bela e a Fera
3 - A marca de um milagre
4 - V de vingança
5 - Senhor dos Anéis
6 - A volta do capitão gancho
7 - Fábrica de Chocolate
8 - Cão de Briga
9 - Minha amada imortal
10 - Bicho de sete cabeças
Listas inúteis são legais mas cansei p hj...depois tem mais
Jornadas
Dei todo o meu ouro
Te salvei de montros
Andei quilometros
Só pra te ver sorrir!
Desafiei a lógica
Abandonei atitudes
Te acolhi em mim
E escrevemos a dor..
Exorcisamos o mal
desbravamos horizontes
Momentos bons e ruins
Mas todos sinceros
Tirei uma parte de mim
Só pra te levantar
Começamos a trilha
e continuamos...
Hoje moramos longe
Mas as lembranças vivem
Até te perdoo de novo
Como você o faria
Mas não fez
E isso...
dói!!!!!!
Tríade complexa
Rolando em precipício
E sendo empurrada por você
Mas no fim da queda eu sei...
Que a culpa foi toda minha!
Quem mandou fitar teus olhos?
E se encantar com seu sorriso?
Algo pulsou de modo insuportável!
E ali começou minha busca
Esperando vários meses...
Mas para ver você valeu!
E corria, sempre corria...
Para ter uma palavra sua
Busquei em meus sonhos
O seu doce abraço...
E as palavras confusas
Que saem quando falamos
Mas você nunca veio!
Nem mexeu um dedo!
Para me conhecer, enfim
Não soube o que fazer!
Teu amigo e meu também
Ou assim espero...
Me quis mas não...
Buscava você! Só você!
Daí veio esse moço
Que é livre como eu
E nos entendemos
Ele queria me ver bem...
Me perdoa meu bem!
mas desisti de andar só
De gostar de desejar só
Decidi me libertar...
Mas tem como? Com você aqui,
Pulsando em meu peito...
Sofro por adorar a tua pessoa
Espero que um dia entenda isso!
silly silly silly girl!!!!!!!!!!!!
Eis me aqui
Cada gota de vida que pulsa e entorpece
Seja por adrenalina, anfetamina
ou por qualquer voô que a mente faça...
Eis aqui uma menina inocente
Que ainda acredita na palavra
Que confia nas pessoas sempre
E enxerga a essência das mesmas
Eis aqui uma árvore imóvel
Que sente em sua seiva a vida
De todas as outras árvores
E fere quando ferem suas irmãs
Eis aqui uma mosca morta
Que tanto voôu e zuniu por aí
O se grito de revelia à agressão
Que acabou nas mãos de um agressor
Eis aqui um homem lógico
Que segue sua vida em disciplina
E escuta a razão antes de tudo
Mesmo quando sente, espera e pensa
Eis aqui uma variável constante
Que de louca nada possui...
Mas quem não enxerga a vida
Pensa que variar é idiotice...
Eis aqui tanta coisa admirável
E também tanta coisa abominável
Eis-me aqui completamente desnuda
Mas será que você consegue mesmo me ver?
Faz tempo
Mas é engraçado, como as coisas ficam depois de analisadas friamente. Eu pobre mortal, dramática, patética, ridicula, egoísta e desmemoriada, perco um bocado dee potencial com essa minha sensibildade e dificuldade de assimilação de conhecimento. Mas o que importa é que continuo com a mesma facilidade para fazer o não feito, ou ojá feito que tinha antes. Ou seja, nenhuma impossibilidade que negue a capacidade de fazer o essencial, mesmo deixando de ir além às vezes.
Ando sofrendo por um cara ridículo. Bacana, agradável, inteligente, original, mas ridículo. Coisa que já me aconteceu outras vezes. Não porque me submeto a sentir. O problema é que não dá! Não dá mesmo, pra esquecer das coisas fantásticas que passamos, mas daí o que fazer? Qual postura tomar? Humpft! Eu me divirto, ora...primeiro que prazer é um dos melhores remédios já criados, e se por acaso vem a culpa por algo menor, é só se arrenpender e mudar. Mudar, mudar e mudar. Sempre mudando, e o mundo se movendo a passos de formiga. Os grandes líderes bem que podiam se desenvolver rápido também, pena que a maioria deles, volta anos luz, e agem como crianças mimadas ao cuidar do mundo.
Bom isso não importa, eu não importo, e nada importa, talvez as coisas boas importem. Tenho esperança sim! De que as coisas possam mudar as pessoas tomem vergonha, e aprendam de uma vez por todas a deixarem de ser masoquistsa. Isto incluindo eu é claro, e ele o meu queridissimo, ah e também todo mundo que insiste em fazer o que vai fazer mal, mas não aquele mal bom(rsrsrs...pensamentos esparsos confusos), mas aquele mal mau! Aquele que quase leva as pessoas a cortarem os pulsos, ou a se matarem aos poucos, normalmente se acomodando. O que na minha opinião é o pior jeito de se matar, se acomodando.
Bom, o que estou escrevendo é ilógico não faz sentido algum e não tem propósito de ser. Escrevo ´porque sim. Porque preciso escrever de vez em quando, e não queria matar esse espaço também. Daí resolvi faze esse longo relato no meu "diário" para vez se consigo voltar a cantar como antes. Voltar a dançar como antes. Se consigo me livrar de todo esse aperto no peito que tá me esguelando. Apesar de tirar algumas calorias, o que agradeço, e de me fazer uma neurótica que estuda e estuda e lê e ouve músicas e não para, para ver se para de pensar, o que também é bom de uma certa forma, é triste.
E penso que não conseguirei me livrar desse sentimento, como não me livrei de nenhum que adquiri até hoje.(parece até doença - e depois escrevo decentemente a respeito disso). Mas isso não importa, o propósito ou a busca de propósito na vida é bem mais importante que esse aperto.
Só digo que faz tempo...tnato tempo...
Brincando
Deixo a pacata trnaquilidade
Da paz de espírito que trago
E ando em direção ao caos
Brinco de me intoxicar,
Brinco de ser animal,
Brinco de fingir personagens,
Brinco com o sofrimento,
Brinco até de amar,
tudo com a mais pura inocência
Da criança que não viu
(ou finge que não viu)
Toda a dor do mundo
Nos olhos de uma menina...
Eu protesto!
Eu protesto a todos os remédios que os médicos nos obrigam a tomar...
Eu protesto a todas as pessoas que machucam nossos corações
Eu protesto ao direito de falar o que quiser, eao direito de não flar nada também!
Eu protesto, protesto e protesto a todas as generalizações feitas em bel prazer de gente que insiste em manter hierarquias...
Ah mas protesto sim! A todas as infancias perdidas em trabalhos ou más condições...
Protesto a desumanidade dos homens em agredir uns aos outros sabendo que temos condições de pensar nas consequências(o que não é dom de qualquer animal).
Eu protesto aos que mandam sem pesar as consequências
Protesto aos professores ou alunos que fazem um ao outro de palhaço
Protesto o direito de ser diferente, e o direito de ser igual!
Eu protesto a cultura de lixo que somos obrigados a conviver por questões economicas...
Eu protesto a ausência de ócio nessa vida moderna
Eu protesto o direito de demonstrar sentimentos com naturalidade, sem desrespeitar o próximo
E protesto o direito de gritar de noite!
Protesto o direito de cantar dançar em lugares inusitados se for para o bem próprio e felicidade dos coadjuvantes passageiros
Protesto sim! O direito de errar, e poder consertar o erro!
Protesto a juventude perdida em tóxicos, quando deveria exorcisar tudo o que sente e não tem o espaço disponível
Protesto o direito de amar e não ser apedrejado!!!
Protesto a comida que nos fazem engolir por pura comodidade social quando temos condições de produzir melhor comida no nosso país
Protesto a ditadura dos relógios!!!
E protesto a tortura que o tempo nos faz, temos que correr, temos que voar e temos que lutar!
Protesto a desigualdade social, que temos que conviver todos os dias e fazer pouco porque já está impregnada no sistema...
Protesto o direito de fazer arte, de qualquer forma!
Protesto o direito de aparecer na TV. Porque tem muitas pessoas mais interessantes que atores que deveriam apareçer e mostrar ao mundo o que é o mundo
Protesto o direito de trabalhar e ser recompensado pelo trabalho, com justiça!!!
Protesto o direito de invadir as ruas e lugares públicos em razão do povo.
Protesto a falta de sangue, nos hospítais.
Protesto o direito de não ser católico não ser religioso, sem julgamentos. E também protesto o direito de ser religioso se assim traz o bem.
Protesto o direito de rir! Quando der vontade, porque o riso também é uma forma de expressão belíssima.
Protesto o direito de sermos ridículos (aquele que faz rir)
Protesto o direito de ser o que é, sem impedimentos.
Protesto as prioridades inuteis dos poderosos, quando deveriam preocupar mais com ser humano.
Protesto toda a fome e sede do mundo.
Protesto a falta de humanidade de certos "humanos" ao olhar o outro
Protesto em favor da pureza da alma, sem valores preconceituosos a respeito de atitudes
Eu protesto...e protesto...e protesto...
EU PROTESTO AO DIREITO DE SERMOS TODOS FELIZES!
Esconde - esconde
Trabalho e danço
Cuido de tudo e descanso
Em meu mundo de cores
Você estuda, trabalha
Se estica, se explica
Cuida de coisas diversas
Tanto úteis como inúteis
Eu procuro, não acho
Eu saio e escolho
Vivo os detalhes do mundo
Que a sensibilidades consegue ver
Você espera e relaxa
Não sai, mas acha
E vive o prazer do momento
Seja eterno ou dispensável
Eu sinto, e choro
Converso e rio
Se não consigo o que quero
Volto e tento de novo
Você sente e vive
Conversa e faz
Promete o que não cumpre
Para ter alguém do lado
Fico só então
Desisto de pronto
Porque se a luta é desprezível
Para que algo ruim?
Você volta e chama
Não-me deixa ir embora
Mas não ousa ir além
E enfim me ignora
Nesse jogo interminável
De amizade e ofensas
De pessoas variadas
E de coisas semelhantes
Um encaixe é feito
Na medida do equilíbrio
Se é visível a alma
Porque negar o corpo?
Enfim, também cansa
Brincar o tempo todo
Eu sei do combate final
Mas será que o quero?
Depois de bater na parede
a cabeça de teimosia
Talvez perceba a burrada
E faça a vida por outra via
Mas talvez eu resolva
Me esconder de verdade
E não mais apareçer
Na tua face outra vez
E talvez um dia perceba
Que não sou uma mulher
Igual a tantas iguais
Sou fibra e vida e sonho
E apareço para acordar
Quem esteja defronte a mim
Função, dom meio q isso
Mas você ainda vai saber...
Que a vida trava, quando precisa-se aprender algo e nega-se o caminho.
Hoje...
Não não quero um telefonema, quero um abraço apertado...
Hoje, não quero fazer as coisas que normalmente faço...
Quero um sonho que tenha sabor de algodão doce rosa...
Não quero conversas esparsas ao léu sem fundamento...
Quero falar sobre o que acontece comigo e que ainda virá...
Não quero ver as pessoas correndo nas ruas para casa..
Quero todos mas todos se cumprimentando e vendo os outros...
Hoje cantei, mas não me ouviram...
Andei sorrindo, mas não sorriram...
Olhei nos olhos, mas desviaram...
Hoje busquei um abraço e não tive...
Hoje quis amizade, e me julgaram...
Voltei para casa, porque nada do que quis foi possível...
E nada do que quis passar teve retorno enfim...
Hoje quero apenas, que me deixe sozinha...
Quantos?
Quantos carros você pretende comprar na sua vida, mesmo sabendo que não precisará de todos eles? Quantos, me diga, quantos você pretende trocar...
Quantas mãos são necessárias para produzir o alimento da tua mesa? Você tem idéia? Sabe de onde veio o que você come?
Quantas roupas você usa na semana? Usa 50, 20, 10, 5...quantas? quantas? Com 1?
Com quanto dinheiro se conquista a sua casa, o seu apartamento, o seu iate, quanto quanto?
Com quantas pessoas você pretende se realcionar, quantos rostinhos bonitos...quantos me diga!
Quantos filmes você pretende assitir? Quantos livros você pretende ler? Quantos músicas você pretede ouvir? E o que você pretende fazer com o seu conhecimento? Me diga quanto será necessário, para começar a agir com sua teoria...
Quantos cigarros, você ainda pretende comprar até perceber que sua vida está afundando em fumaça, e mesmo que tenha cores e vibre, você está entre a névoa...hã? me diga quantos?
Quantos copos de bebida você ainda pretende engolir para esquecer de tudo o que te chateia? Diga-me diga-me quantos? O que você pretende fazer para entrar em outro lugar?
Me diga, me diga! Quantos passos são necessários para se alcaçar um sonho?Por favor me diga, eu preciso saber!
Quantas pessoas você ainda pretende ignorar na sua vida até surgir a vontade de fazer algo importante na vida? Me diga quantas?
Quanto tempo, você gasta para tomar o seu banho, lavar os pratos, lavar suas mãos, limpar o seu carro?
Quanto tempo, você gasta discutindo bobagens? Ouvindo o que não quer? Vendo o desnecessário?
Quanto de utilidade há dentro de sua cultura inútil? Você já parou para pensar? Você já tentou medir?
QUANTO...QUANTO...QUANTO...
COMPRA E VENDE-SE DE TUDO...
PROMOÇÃO LIQUIDAÇÃO TOTAL
Abraços, palavras compreensão, carinho, amor, amizade, necessidades básicas, cultura, natureza, animais, flores, ar, estrelas, céu, pessoas, apertos de mão, horizontes diversos, e muitas outras coisas simples...
AINDA NA FAIXA APROVEITEM ENQUANTO PODEM!
Sugestão
Postei ele pq gosto da primeira estrófe...
Se você anda nas trevas
Tudo não passa de melancolia
Há uma tristeza profunda
Tão funda que não finda
Tenho uma dica pra você
Mas primeiro me diga,
O que você gosta de fazer?
Você está se sentido sozinho
Pegue um livro para ler
Mergulhe em suas páginas
Até um pouco de força aparecer
Agora depois da primeira fase
Experimente sorrir e se ver
Você verá, a felicidade começa a aparecer
Agora se movimente, pule, role
Faça um esporte
Sinta o seu corpo, sinta o seu poder
Depois junte sua família com uma pitada de amor
Deê um abraço nos seus amigos
Dance, cante, aprenda a amar
Tenha determinação, busque seus sonhor
Um dia podem se realizar
Agora depois de tudo isso
Olhe para si mesmo
Você ainda está na tristeza?
Viu como você vê?
A beleza que é viver!?
Dia dos namorados
Uma sensação esquisita, talvez causada pela midiatização em massa de propagandas para namorados e produtos diversos. E a lembrança dos últimos dias, que até tentou "alugar" - roubar, passar um dia com um amigo - para não ter que pensar nessas questões idiotas.
É bem possível que ele tenha interpretado mal, mas não importa para ela, se tem uma pessoa que entende de descompassos inocentes e divertidos na vida é ela. Tem o dom como poucas pessoas de aumentar e diminuir o fluxo da vida em prol da necessidade como bem entende. E assim aproveita a intensidade que o dia ou suas vontades lhe oferecem.
Ela menina, bem que tenta passar isso para os outros, mas muitos poucos entendem bem o fator intensidade, profundidade que a vida proporciona em sentir e é claro agir. Conversa com desconhecidos, com pacientes, com alunos, com colegas, com amigos. Mas a média de gente que para para escutar ao outro também anda escassa. Situação difícil, mas fazer o que? é a vida, cada um em seu ritmo.
Hoje um dia comum, já se esticou, já dançou, solfejou, estudou, fez uma refeição e cuidou da harmonia do dia, pois sim legal. Mas ela também foi fazer um programa diferente ventosas, para tirar a tenção, sua energia estava pela metade, o que ajudou a equilibrá-la mais ainda e ainda encontrou uma amiga no ônibus. Mas está ali parada na parada de ônibus pensando - Hoje é dia dos namorados, isso tem algum significado para mim? - E percebe que sim...
Não que ela precise de um namorado para estar feliz, mas ela tem um namorado, que está em constante sintonia com ela, até nos erros, mas que ele insiste em negar isso dele mesmo. Porque está num momento de adquirir novas experiências, os dois se reconheceram, simples assim quando se viram. Mas vivem jogando, vivem jogando quem vai fazer o que, para afetar de alguma forma o outro. E até quando ele insiste em se manter afastado, ela sente exatamente onde ele está e o que está fazendo, ligação cigana. E ela se pergunta nessas horas porque sabe de tantas coisas a seu respeito, mas a única resposta que seu inconsciente lhe traz é - é porque esse ciclo ainda não terminou - e isso a intriga...
Daí nesse dia tão "significativo" ou não, ela imagina quantas pessoas soltas no mundo insistem em ficar separadas uns dos outros, por simples teimosia ou manha, quando aprenderiam e realizariam muito mais fazendo o que deveria ser feito quando o sentimento e envolvimento nos chega ao acaso. Viver e deixar fluir, sem negar pelos atos o sentimento, sem resistência. Coisa estranha esse bicho homem e bicho mulher ( para minhas amiguinhas feministas, que estão com toda a razão em defender seus ideais...rs)Perdem tanto tempo com coisas inúteis que esquece de viver, de sentir às vezes...
Nessa hora o ônibus chega ela fecha a agenda, nada que estava escrito ali, era realmente importante, mas não importa muito, o fluxo segue a caminho do norte...rs e é para lá que está se direcionando agora...
Quando você passa
Com um pingo, faço um poço
Da mais verde alegria
Esperança concretizada
Me traz vida e me guia
Apenas mais um caminho
Incerto, em sua trilha
Que de belo me entorpece
Desfazendo-se em revelia
Passa, eu vejo e desfaleço
Mas não posso evitar
Teu abraço é tão doce
Que me afogo, sem hesitar
Não
Não você não me terá mais
Não dançará comigo ao som da noite
Nem ouvirá minha voz de barda maga
Não sentirá meu cheiro em seus lençois
Nem saberá os mistérios sagrados
Que escolhem os iluminados da arte
Não lerá meus novos esceritos e versos
Ou tocará o meu corpo como instrumento
Não comerá os meus quitutes mineiros
Não verá minhas loucuras rotineiras
Nem queimará ao fogo ardente do sexo
Que surge nas paixões devastadoras
Ou ouvirá o meu grito de extasê e gozo
Porque antes de nascer você abortou
E matou as esperanças que eu tinha
Te dei liberdade, aventura, amizade
E você respondeu na mesma moeda
Porém prometeu o que não cumpriu
E você já sabe desse final...
Perdi o gosto que tinha antes
E VOCÊ NÃO ME TERÁ MAIS!
