sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Dias de vento

Tem dias que a gente sente simplesmente passa seguindo o fluxo. Ando me sentindo assim, cantar músicas, dançar diferentes estilos, conheçer pessoas, conversar sobre tudo e nada. Observar o tempo, a natureza, as atitudes. Não sei bem o que está por vir. As aulas começam nessa segunda processos e mais processos de metamorfosear-se diante da vida que exige esta postura da gente. Quanta coisa acontece em pouco tempo. E ao mesmo tempo nada acontece de realmente relevante.

Bom não sei explicar, essa sensação. É como se eu me tornasse uma parte intrinseca de tudo e euj pudesse sentir a alegria do canto dos bicho, a ira do mar, tudo assim fluido e imperceptível aos olhos comuns. Não vejo razão nenhum em querer mais do que isso. Mas quero, quero de novo, e quero mais. Desejar é um dos trabalhos que deveria fazer para desapegar, mas alguém me diz por favor como é possível se livrar, esqueçer, passar despercibido aquilo que marcou a alma? Tanta coisa vai marcando a nossa alma, o nosso corpo, o nosso coração. E é nesses pequenos detalhes que a gente conhece os verdadeiros mistérios do ser humano.

Ah eu devia apareçer mais vezes, e você e você e você também. Quero um pouco de caos na minha vida. Um caos doce e harmonioso que serve para balançar a gente de vez em quando. Aquele que abala as estruturas e faz a gente rever todas as decisões tomadas. Decididamente quero um pouco de caos. Mas quero sim continuar fluindo junto com a vida, sentindo cada molécula de vida, cada milésimo de tempo, cada emoção, cada pensamento ´lógico também! Continuando nesse milagre pacífico, que é ter a capacidade de pensar, se comover. Mas sem esqueçer de um pouquinho de caos, para apimentar m pouquinho esses dias de vento...

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