sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Passa o tempo

Passa hora, passa o tempo, mas não passa o meu tormento

Ora ora, veja só, o tempo me deu um nó

Fiquei presa nessa hora, não consigo mais sair

Passa hora passa o tempo, masnão passa o meu tormento

Uma hora, duas horas, quantas horas hão de vir?

Sinto muito, mas pressinto que não poderás sair

Estas presa nessa esfera que é medida em relógios

E o tempo não espera voa como o pensamento.

É melhor que tu te movas, ande saia já daí.

Corre dele, foge, anda, pra não ter que mais medir

A altura e o tanto que pretendes voar

Foge deste grande olho, talvez possa se livrar.

Acho que ele se escondeu, já não sei que horas são

O sol já foi-se embora e o silêncio chegou

É o tempo foi dormir e quebraram os relógios

E agora? O que faço pra passar o meu tormento?

Como já está ficanco uma tradição um texto e uma poesia...Mas tudo bem...rs...essa não constrói nenhum dogma. Ah, essa poesia aí em cima escrevi mais ou menos em junho, enquanto esperava uns atrasados. Fiz ela com um ritmo de relógio quase que imposto na minha mente pela espera...afe como é chato esperar! rss...Mas achei legalzinha...

bjokitas

à demain

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