Faz tempo que não posto aqui, talvez seja porque morri mais uma vez. Mas como sempre descubro que tenho mais vidas do que imaginava e tudo fica vivo e colorido de repente. Aí é sempre a velha história, regrido um pouco e retorno ao essencial. Mesmo sem saber ao exato o que é essencial.
Mas é engraçado, como as coisas ficam depois de analisadas friamente. Eu pobre mortal, dramática, patética, ridicula, egoísta e desmemoriada, perco um bocado dee potencial com essa minha sensibildade e dificuldade de assimilação de conhecimento. Mas o que importa é que continuo com a mesma facilidade para fazer o não feito, ou ojá feito que tinha antes. Ou seja, nenhuma impossibilidade que negue a capacidade de fazer o essencial, mesmo deixando de ir além às vezes.
Ando sofrendo por um cara ridículo. Bacana, agradável, inteligente, original, mas ridículo. Coisa que já me aconteceu outras vezes. Não porque me submeto a sentir. O problema é que não dá! Não dá mesmo, pra esquecer das coisas fantásticas que passamos, mas daí o que fazer? Qual postura tomar? Humpft! Eu me divirto, ora...primeiro que prazer é um dos melhores remédios já criados, e se por acaso vem a culpa por algo menor, é só se arrenpender e mudar. Mudar, mudar e mudar. Sempre mudando, e o mundo se movendo a passos de formiga. Os grandes líderes bem que podiam se desenvolver rápido também, pena que a maioria deles, volta anos luz, e agem como crianças mimadas ao cuidar do mundo.
Bom isso não importa, eu não importo, e nada importa, talvez as coisas boas importem. Tenho esperança sim! De que as coisas possam mudar as pessoas tomem vergonha, e aprendam de uma vez por todas a deixarem de ser masoquistsa. Isto incluindo eu é claro, e ele o meu queridissimo, ah e também todo mundo que insiste em fazer o que vai fazer mal, mas não aquele mal bom(rsrsrs...pensamentos esparsos confusos), mas aquele mal mau! Aquele que quase leva as pessoas a cortarem os pulsos, ou a se matarem aos poucos, normalmente se acomodando. O que na minha opinião é o pior jeito de se matar, se acomodando.
Bom, o que estou escrevendo é ilógico não faz sentido algum e não tem propósito de ser. Escrevo ´porque sim. Porque preciso escrever de vez em quando, e não queria matar esse espaço também. Daí resolvi faze esse longo relato no meu "diário" para vez se consigo voltar a cantar como antes. Voltar a dançar como antes. Se consigo me livrar de todo esse aperto no peito que tá me esguelando. Apesar de tirar algumas calorias, o que agradeço, e de me fazer uma neurótica que estuda e estuda e lê e ouve músicas e não para, para ver se para de pensar, o que também é bom de uma certa forma, é triste.
E penso que não conseguirei me livrar desse sentimento, como não me livrei de nenhum que adquiri até hoje.(parece até doença - e depois escrevo decentemente a respeito disso). Mas isso não importa, o propósito ou a busca de propósito na vida é bem mais importante que esse aperto.
Só digo que faz tempo...tnato tempo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário