Não, não fasça meu coração bater!
Pare, de invadir meus sonhos!
Solte as minhas pernas, por favor!
Preciso delas firmes para andar!
Ah, como dói sentir a vida...
Vezes leve como uma gaivota,
Vezes pesada como uma cruz
Mas meu coração palpita...
E isso prenuncia eu sei...
Quantas vezes terei que morrer,
Para nascer mais viva?
Que tormento é lembrar...
Renunviar ao que nem tenho
Entregar os velhos tesouros
Chorar o orvalho infantil
Em razão de que? De que?
Vai te embora ou fica
Mas promete não partir
Que sou cristal quebrado
Com utopias valiosas
E se ficar me perdoa...
Porque preciso de colo
E tua imensa alegria
Ainda não vive em mim
EVF
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