sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Chama de gelo

Meu veneno preferido é o prazer 
De uma noite bem aproveitada 
Com liberdade e chamas de gelo 
Que nos incendeiam e congelam 

O futuro também se pausa 
No momento congelado 
E a pressão e forca p sair do gelo 
Se torna um obstáculo no peito 

Quem consegue quebrar a muralha 
Cura as mágoas e traz a luz 
Quem se prende em geleiras eternas 
Morre aos poucos e gélidamente 

Prendi até o diabo nesse lago gelado 
Será que ele conseguirá sair um dia? 
E você meu caro que encanta em notas? 
Também resolveu morrer congelado?

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