sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Apressa-te

Apressa menina, apressa menino, hoje pode ser o último dia de nossas vidas. Desfaça a lembrança o penteado, as contas, desfaça os planos e todo o bordado. Tudo o que resta é o pouco de vida que carregamos hoje.
Anda coloca seu calçado, veste a blusa e pega a água. A seca tá braba nesses tempos, sede de tantas coisas que estamos começando a sentir!
Vê se corre não relaxa, aqui não tem rede pra descansar tem só uma brisa debaixo das árvores, que serve para equilibrar esse calor...Esse calor que fica perseguindo a todos, como resposta à todas as coisas que temos feito nesses tempo com o clima. Que responde as perguntas com respostas exatas. Toda ação, uma reação.
Não, pode ir largando esse peso, quer carregar tranqueira pra que? Tranqueira só serve para pesar mais as costas além de trazer o passado estampado em preto e branco impregnado em cada uma dessas coisas.
Palavras pode carregar desde que também sejam de bom grado, porque nada que é de desagrado da vida deve ser carregado. Tudo é muito relativo também. Enfim quanto a escolha de palavras fique à vontade para levar o que quiser, acho que essa escolha eu posso deixar para você.
Mas corre, e vê se não divaga o passo, para chegarmos todos num consenso de ritmo enfim. Para caminharmos nessa marcha acelerada com tranquilidade, e conseguirmos seguir adiante mesmo com alguns rastros de sangue e suor deixados no caminho. É bom também ter um pouquinho de cautela quanto às escolhas que decidir tomar.
Mas há pressa ainda assim em muitas coisas pois então não perca estações inteiras, porque seria terrível se caso acontecesse.Quanto aos queridos que você quer carregar contigo? Carrega todos no coração e deixe sempre uma lembrança, uma flor, uma pedra, um sachê, um guardanapo que seja, qualquer coisa que ajude a aquecer o coração. Porque mesmo que o tempo arda em volta é sempre perigoso deixar gelar o coração. Isso não pode, isso não deixo, isso não deixe.
Mas o que importa mesmo é seguirmos os bons ventos, anda vem comigo! Vamos seguir caminhando, porque a pressa é fato, mas a felicidade deve ser fato também. Bem sem mais delongas vem logo!

Reedição B.B.N.

Poemas curtos

Poemas curtos são sorrisos
Espontâneos, diversos, livres
Não me conte versos, nem nada
Números só são aceitos se queridos
Eu os amo, é verdade, mas não agora
As palavras gritam hoje
Como em tantos outros dias
Se contrapondo a qualquer lógica
Mas sorria! Porque a dança da vida,
sempre continua a brilhar
Mesmo quando se finda


Reeedição das poesias do Bailarina das Nuvens(blog deletado)

Diamante Bruto

Sou um diamante bruto
Trata-me com esmero e polidez
E terás a mais preciosa pedra do mundo
Trata-me com despeito ou sentimentos dessa ordem
E posso ferir-te somente pela minha presença
De pedra, bela, porém áspera e pontiguada
Mas que não fere por sua vontade
Só quando não compreendida
e cuidada desmerecidamente

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

E assim eles continuam felizes

Tema do dia: Mediocridade

Melhores frases:

'Só uma pessoa medíocre está sempre em sua melhor performance."
William Somerset Maugham

"
Um gênio pode ser uma ameaça na República da mediocridade."

"
Ser coerente é o último refúgio dos que não têm imaginação"
Oscar Wilde

"
Sempre as personalidades dinâmicas tornam-se instintivamente suspeitas às pessoas medíocres."
Stefan Zweig

"
Bom comportamento é o último refúgio da mediocridade."
Henry S. Askins

"
Eles são descobridores doentes que acham que não há terra quando não conseguem enxergar nada, apenas o mar."
Sir Francis Bacon

"
A mediocridade é excelente aos olhos das pessoas medíocres."
Joseph Joubert

"
De modo geral, as pessoas medíocres condenam tudo o que não está ao seu alcance."
Duque de La Rochefoucauld (François Poitou)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Guillaume Apollinaire

Guillaume Apollinaire

(Roma, 1880 - Paris, 1918)

Poeta francês. Filho natural de uma dama da nobreza polaca e de ex-militar italiano, passa os seus primeiros anos entre Roma, Mónaco, Nice, Cannes e Lyon. Aos 22 anos estabelece-se em Paris. Funda diversas revistas, exerce a crítica de arte e participa activamente nas acesas polémicas artísticas do seu tempo. Modelo do escritor vanguardista, defende a arte dos fauves (Matisse, Derain e outros), apoia o nascente cubismo de Picasso e Braque (num famoso texto, Les Peintres cubistes, de 1913) e está em contacto com Marinetti e os futuristas italianos. Em 1914, no início da Primeira Guerra Mundial, envolve-se nela, e em 1916 é ferido por metralha na cabeça, de que se restabelece.

Nos seus primeiros poemas (Aurore d’hiver, Lecture, 1897-1903) cria uma atmosfera sugestiva e de penumbra tingida de sangue e carregada de augúrios funestos. Temas manifestados na sua obra são o exílio, os sentimentos penosos de separação e a atracção do exótico: evocações da Flandres (Souvenir des Flandres), da Alemanha (As renanas) e da América (L’ Émigrant de Landor Road). De entre as suas obras em prosa destaca-se muito especialmente Les Mamelles de Tirésias, drama surrealista em que mostra o seu desespero e a sua melancolia em chave de humor.

A celebridade de Apollinaire está associada à sua obra em verso. Em 1913 publica Alcools, livro de poemas que abre um novo horizonte. Apollinaire, cuja vida decorre próximo da aparição do cubismo, aplica à sua poesia fórmulas de valor plástico. Assim, escreve diversos textos em que não utiliza sinais de pontuação e elabora os famosos Caligrames, poemas gráficos de notável lirismo visual. Há na sua lírica uma ritmo acelerado e uma intenção de simultaneidade que são o equivalente literário do cubismo pictórico. O ímpeto das suas imagens em liberdade leva-o aos limiares do surrealismo. Neste momento culminante da sua actividade literária, Apollinaire, que dois anos antes supera uma ferida de metralha na cabeça, morre vítima de uma epidemia de gripe aos trinta e oito anos.
LUAR

Lua que destila mel aos lábios dos loucos
Os jardins e os burgos esta noite são gulosos e roucos
Os astros até que imitam bem as abelhas
Deste mel luminoso que escoa das parreiras vermelhas
Pois eis que bem doce e caindo do céu
Cada raio de lua é um raio de mel
Ora escondido eu concebo a aventura muito doce
Tenho medo do dardo de fogo que esta abelha estrela troxe
E que pousou nas minhas mãos os raios dos lamentos
E tomou seu mel lunar à rosa-dos-ventos

Guillaume Apollinaire

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"A essência do verdadeiro amor é como apreciar uma borboleta, estando sentado na grama de um parque. Ela pousa na sua mão, e esse momento é mágico - mas se você quiser perpetuar este momento, e agarrá-la para si fechando a mão devido ao seu apego e egoísmo, você a mata.
Amar verdadeiramente é apreciar o momento presente, enquanto a borboleta está ali - pois, se para ela for melhor voar para longe, a maior prova de amor é deixá-la ir, para que ela alegre outros seres além de você, compartilhando este momento fabuloso."
(Lama Tsering, ensinamentos de Novembro de 2004)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

http://www.slide.com/r/ZgmoNHWU3j-h41rE6VA-WY-SdcuPfmeu?cy=ok

Dê Paetes

PRORROGADO!!!
Para quem ainda não viu, não perca a chance!

O espetáculo “De Paetês” será reapresentado nesse próximo sábado e domingo, dias 02 e 03 de agosto na FUNARTE.

O espetáculo “De Paetês” é composto de várias cenas apresentadas na linguagem do circo/teatro. Uma disputa pelo amor de um garçom se transforma em um sensual tango, um sonho romântico é interpretado pelo enlace dos corpos em um duo no trapézio e vários outros exemplos em que às técnicas do circo são re-elaboradas para contar as histórias das prostitutas, garçons, dançarinas, faxineiro, e outras personagens insólitas da noite, chegando através desta mistura, aos limites do fantástico.

DE PAETÊS
Espetáculo de Circo Teatro

02 e 03 de agosto
sábado 21h e domingo às 20h
Sala Plínio Marcos do Complexo Cultural da Funarte (atrás da Torre de TV)
Ingressos a 10,00 R$ (meia entrada) e 20,00 R$ (inteira)

No Elenco:
Súlian Princivalli
Cyntia Carla
Raphael Balduzzi
Lívia Bennet
Ana Sofia Lamas
Rodrigo Amazonas
Emanuel Santana
Pedro Martins

Diogo Cerrado
Mateus Ferrari
Sara Mariano
Karen Sakayo

Com a Trupe de Argonautas artísta paga meia! (Traga sua carteira de trabalho ou comprovação de atuação na área artística)

Fotos de Débora Amorim e Caetano Maia:
http://5786539756351389696.slide.com/

quarta-feira, 30 de julho de 2008


site: http://www.ludov.com.br/

Biografia de Ludov

Há algum tempo atrás, você deve se lembrar, havia o “roqueiro”. Ele nem precisava ouvir apenas rock, realmente, mas era o cara que sabia o nome dos três guitarristas que tocaram com Keith Richards nos Rolling Stones, que tinha centenas de discos em casa (nunca emprestava para ninguém), era um bicho meio caladão, não se misturava muito nem com a turma do fundão nem com os CDFs da classe e, especialmente, estava sempre disposto a descobrir as “novidades” da música. Bandas novas, discos novos, qualquer coisa nova. Nos anos 80, esse elemento passou a ser chamado de “alternativo” ou “indie” ou algo assim. Depois, quando as rádios passaram a tocar quase que somente exclusivamente Red Hot Chili Peppers, quando as revistas de música acabaram e os cadernos culturais foram falar mais de mercado do que de música, nosso amigo ficou restrito aos guetos underground. De qualquer forma, tanto faz, porque você não precisa ser um “roqueiro”, um “alternativo” ou um indie kid para ouvir, entender e gostar do que o Ludov faz.
Este é o espírito. O Ludov já trilhou todo o circuito indie quando se chamava Maybees e chegou tão alto quanto uma banda “indie”, com suas letras em inglês, olhar tristonho e gola-olímpica, pode chegar: Dois discos independentes gravados no capricho, elogios de artistas do mainstream, da grande imprensa, público fiel, agenda de shows constante. Dali, era ou mudar para Londres para lavar pratos e viver mandando notícias de suas “turnês internacionais” por bibocas de Leeds ou trilhar mais uma vez o mesmo circuito, falar para as mesmas pessoas e ouvir os mesmos elogios. O quinteto paulista fez o que de mais corajoso e certo poderia fazer: Fechou para balanço, ergueu a pernoca e subiu o próximo degrau.
Foram dois anos compondo lentamente um novo repertório, burilando letras, arranjos, estudando timbres, criando músicas, descartando outras. A formação manteve-se praticamente a mesma: Vanessa Krongold (voz e violão), Mauro Motoki (guitarra, teclados e voz), Eduardo Filomeno (baixo), Habacuque Lima (guitarra e voz) e Vlad Rocha (este o novo integrante, na bateria). Os shows foram poucos e estratégicos, para testar as novas canções frente a velhos e novos fãs – para um grupo que desde 1995 passeia pelo Brasil todo mostrando sua música, a ausência deve ter sido complicada. Neste meio-tempo, Mauro Motoki compôs com o Ira! (o single “Milhas e Milhas”), Vanessa cantou com o Ira! e Pato Fu. Todo mundo travava contato com a nova cena de pop nacional (Bidê ou Balde, Frank Jorge, Los Hermanos) e pegava gosto por fazer-se entender em português. Depois de tudo, com Dois a Rodar, o EP que o Ludov acaba de tirar do forno, a ausência foi plenamente justificada.
A bem da verdade, a essência do som da banda ainda é a mesma – pop redondo reconhecível há quilômetros, com arestas cortantes delicadamente concebidas –, o que não explica muito, porque esta é a essência do bom pop de guitarras desde os Beatles até o Kid Abelha. O Ludov faz canções, com esmero e domínio da linguagem, com melodias assobiáveis como profissão de fé, mas com vocação jovem, urbana, por DNA. No fundo, o que separa o bom do mau pop é a convicção com que você veste a camisa – quem o faz pela fórmula, como uma concessão, está fadado ao fracasso. O Ludov passa longe disso: Dois a Rodar é uma sessão de pouco mais de 20 minutos mostrando que o pop inteligente, como desafio, no Brasil, não ficou restrito aos melhores momentos dos anos 80.
O disquinho é variado no conteúdo, mas transpira personalidade própria – o paradoxo é explicado por uma banda ao mesmo tempo estreante e veterana. “Dois a Rodar” é romantismo barroco, quase um tango guitarreiro, com versos cheios de volutas e levemente oníricos; “Da Primeira Vez” parece Antonio Marcos reencarnado no ano 2003, grudenta e evidentemente ótima para ouvir no meio de uma platéia; “Aconteceu” vem na seqüência conduzida pelo piano, mas com muitas guitarras e um clima de esperança escondido sob versos como “e num palco vazio, você me deixou/ a luz se apagou”. O clima muda com “Trânsito”, pepita pop com letra de amor delirante (platônico, claro, como só a voz de uma garota pode legitimar); “Princesa” é a mais radiofônica (“pra tocar em que rádio?” o cínico de plantão vai perguntar), uma balada conduzida ao violão que mistura cenas do cotidiano com uma meta-linguagem levemente surrealista (“como seria melhor se não houvesse refrão nenhum/ mas há”); “Melancolia” fecha o disco usando elementos lounge para suavizar seu clima de insônia e mau-amor a que o título se refere. A idéia do quinteto é usar Dois a Rodar para voltar aos palcos, enquanto negocia com selos e gravadoras interessadas, com rádios, com a imprensa.
As FMs jovens estão cheias de músculos, tatuagens, dreads e bermudões street-wear, mas vazias de canções que falem sobre um dia na vida de seu ouvinte (ou de seu leitor, ou de seu público-alvo). Ou seja, vazias do bom pop. “Vamos falar a mesma língua para o nosso bem”, verso de “Da Primeira Vez”, já diz tudo. O Ludov tem o que dizer desde os tempos de underground. Agora resolveu abrir as portas para o grande público. A festa começa.


Ricardo Alexandre
junho 2003

segunda-feira, 9 de junho de 2008

http://www.joshhosler.biz/NumberOneInHistory/SelectMonth.htm

Músicas do dia 23 de março

MARCH 23
The #1 song in the U.S.A. on this date in history, according to Billboard magazine.
- Click on a song to hear a portion of it in iTunes; you must have that software installed to listen.
- If the song is not available in iTunes, the link will go to Amazon or somewhere else.
- You can purchase more detailed historical data from Billboard research services or from Record Research.
- Return to the main page.

THE 2000s

2008 ... "Love in This Club" by Usher featuring Young Jeezy
2007 ... "Glamorous" by Fergie featuring Ludacris
2006 ... "So Sick" by Ne-Yo
2005 ... "Candy Shop" by 50 Cent featuring Olivia
2004 ... "Yeah!" by Usher featuring Ludacris & Lil Jon
2003 ... "In Da Club" by 50 Cent
2002 ... "Ain't It Funny" by Jennifer Lopez featuring Ja Rule
2001 ... "Butterfly" by Crazy Town
2000 ... "Say My Name" by Destiny's Child

THE 1990s

1999 ... "Believe" by Cher
1998 ... "Gettin' Jiggy Wit It" by Will Smith
1997 ... "Can't Nobody Hold Me Down" by Puff Daddy featuring Ma$e
1996 ... "Because You Loved Me" by Celine Dion
1995 ... "Take a Bow" by Madonna
1994 ... "The Sign" by Ace of Base
1993 ... "Informer" by Snow
1992 ... "Save the Best for Last" by Vanessa Williams
1991 ... "One More Try" by Timmy T.
1990 ... "Black Velvet" by Alannah Myles

THE 1980s

1989 ... "The Living Years" by Mike + the Mechanics
1988 ... "Man in the Mirror" by Michael Jackson
1987 ... "Lean on Me" by Club Nouveau
1986 ... "Rock Me Amadeus" by Falco
1985 ... "Can't Fight This Feeling" by REO Speedwagon
1984 ... "Jump" by Van Halen
1983 ... "Billie Jean" by Michael Jackson
1982 ... "I Love Rock 'n Roll" by Joan Jett & the Blackhearts
1981 ... "Rapture" by Blondie
1980 ... "Another Brick in the Wall" by Pink Floyd

THE 1970s

1979 ... "Tragedy" by The Bee Gees
1978 ... "Night Fever" by The Bee Gees
1977 ... "Rich Girl" by Daryl Hall & John Oates
1976 ... "December 1963 (Oh, What a Night)" by The Four Seasons
1975 ... "Lady Marmalade" by LaBelle
1974 ... "Dark Lady" by Cher
1973 ... "Love Train" by The O'Jays
1972 ... "A Horse with No Name" by America
1971 ... "Me and Bobby McGee" by Janis Joplin
1970 ... "Bridge Over Troubled Water" by Simon & Garfunkel

THE 1960s

1969 ... "Dizzy" by Tommy Roe
1968 ... "(Sittin' on) the Dock of the Bay" by Otis Redding
1967 ... "Happy Together" by The Turtles
1966 ... "The Ballad of the Green Berets" by S/Sgt. Barry Sadler
1965 ... "Stop! In the Name of Love" by The Supremes
1964 ... "She Loves You" by The Beatles
1963 ... "Our Day Will Come" by Ruby & the Romantics
1962 ... "Hey! Baby" by Bruce Channel
1961 ... "Surrender" by Elvis Presley
1960 ... "Theme from 'A Summer Place'" by Percy Faith

THE 1950s

1959 ... "Venus" by Frankie Avalon
1958 ... "Tequila" by The Champs
1957 ... "Young Love" by Tab Hunter
1956 ... "Poor People of Paris" by Les Baxter
1955 ... "The Ballad of Davy Crockett" by Bill Hayes
1954 ... "Make Love to Me!" by Jo Stafford
1953 ... "The Doggie in the Window" by Patti Page
1952 ... "Wheel of Fortune" by Kay Starr
1951 ... "If" by Perry Como
1950 ... "Music! Music! Music!" by Teresa Brewer

THE 1940s

1949 ... "Cruising Down the River" by Russ Morgan
1948 ... "Mañana (Is Soon Enough for Me)" by Peggy Lee
1947 ... "Heartaches" by Ted Weems
1946 ... "Oh! What It Seemed to Be" by Frankie Carle
1945 ... "Rum and Coca-Cola" by The Andrews Sisters
1944 ... "Besame Mucho (Kiss Me Much)" by Jimmy Dorsey
1943 ... "I've Heard That Song Before" by Harry James
1942 ... "Moonlight Cocktail" by Glenn Miller
1941 ... "Amapola (Pretty Little Poppy)" by Jimmy Dorsey
1940 ... "In the Mood" by Glenn Miller

THE 1930s


1939 ... "Deep Purple" by Larry Clinton
1938 ... "Ti-Pi-Tin" by Horace Heidt
1937 ... "Marie" by Tommy Dorsey
1936 ... "Goody-Goody" by Benny Goodman
1935 ... "Lovely to Look At" by Eddy Duchin
1934 ... "Let's Fall in Love" by Eddy Duchin
1933 ... "You're Getting to Be a Habit with Me" by Bing Crosby
1932 ... "Too Many Tears" by Guy Lombardo
1931 ... "By the River St. Marie" by Guy Lombardo
1930 ... "Stein Song (University of Maine)" by Rudy Vallee

THE 1920s

1929 ... "A Precious Little Thing Called Love" by George Olsen
1928 ... "Among My Souvenirs" by Paul Whiteman
1927 ... "Some of These Days" by Sophie Tucker with Ted Lewis & His Band
1926 ... "Sleepy Time Gal" by Ben Bernie
1925 ... "All Alone" by John McCormack
1924 ... "Somebody Stole My Gal" by Ted Weems
1923 ... "Carolina in the Morning" by Van & Schenk
1922 ... "My Man" by Fanny Brice
1921 ... "Margie" by Eddie Cantor
1920 ... "Dardanella" by Ben Selvin's Novelty Orchestra

THE 1910s

1919 ... "Till We Meet Again" by Henry Burr & Albert Campbell
1918 ... "Hail! Hail! The Gang's All Here" by Irving Kaufman & Columbia Quartet
1917 ... "Poor Butterfly" by Victor Military Band
1916 ... "M-O-T-H-E-R (A Word That Means the World to Me)" by Henry Burr
1915 ... "Chinatown, My Chinatown" by American Quartet
1914 ... "I'm on My Way to Mandalay" by Henry Burr, Albert Campbell & Will Oakland
1913 ... "Sympathy" by Walter Van Brunt & Helen Clark
1912 ... "Moonlight Bay" by American Quartet
1911 ... "Mother Machree" by Will Oakland
1910 ... "Where the River Shannon Flows" by Harry MacDonough

THE 1900s

1909 ... "The Right Church, but the Wrong Pew" by Arthur Collins & Byron Harlan
1908 ... "As Long as the World Rolls On" by Alan Turner
1907 ... "My Gal Sal" by Byron G. Harlan
1906 ... "Wait Till the Sun Shines, Nellie" by Byron G. Harlan
1905 ... "Yankee Doodle Boy" by Billy Murray
1904 ... "Silver Threads Among the Gold" by Richard Jose
1903 ... "In the Good Old Summer Time" by Haydn Quartet
1902 ... "Arkansaw Traveler" by Len Spencer
1901 ... "When Reuben Comes to Town" by S.H. Dudley
1900 ... "When Cloe Sings a Song" by George J. Gaskin

THE 1890s

1899 ... "When You Ain't Got No More Money, Well, You Needn't Come Around" by Arthur Collins
1898 ... "My Old Kentucky Home" by Edison Male Quartette
1897 ... "My Gal Is a Highborn Lady" by Len Spencer
1896 ... "My Best Girl's a New Yorker" by Edward M. Favor
1895 ... "The Sidewalks of New York" by Dan Quinn
1894 ... "The Liberty Bell" by U.S. Marine Band
1893 ... "O Promise Me" by George J. Gaskin
1892 ... "The Picture Turned Toward the Wall" by Manhansett Quartette
1891 ... "Little 'Liza Loves You" by Len Spencer

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Stupid Gilr

Stupid Girls

Pink

Composição: Pink

Stupid girl, stupid girls, stupid girl
Maybe if I act like that, that guy will call me back
Porno paparazzi girl, I don't wanna be a stupid girl

Go to Fred Segal, you'll find them there
Laughing loud so all the little people stare
Looking for a daddy to pay for the champagne
(Drop a name)
What happened to the dreams of a girl president
She's dancing in the video next to 50 Cent
They travel in packs of two or three
With their itsy bitsy doggies and their teeny-weeny tees
Where, oh where, have the smart people gone?
Oh where, oh where could they be?

Maybe if I act like that, that guy will call me back
Porno paparazzi girl, I don't wanna be a stupid girl
Maybe if I act like that, flippin' my blonde hair back
Push up my bra like that, I don't wanna be a stupid girl

(Break it down now)
Disease's growing, it's epidemic
I'm scared that there ain't a cure
The world believes it and I'm going crazy
I cannot take any more
I'm so glad that I'll never fit in
That will never be me
Outcasts and girls with ambition
That's what I wanna see
Disasters all around
World despaired
Their only concern
Will they fuck up my hair

Maybe if I act like that, that guy will call me back
Porno paparazzi girl, I don't wanna be a stupid girl
Maybe if I act like that, flippin' my blonde hair back
Push up my bra like that, I don't wanna be a stupid girl

(Do ya thing, do ya thing, do ya thing)
(I like this, like this, like this)
Pretty will you fuck me girl, silly as a lucky girl
Pull my head and suck it girl, stupid girl!
Pretty would u fuck me girl, silly as a lucky girl
Pull my head and suck it girl, stupid girl!

Maybe if I act like that, flippin' my blonde hair back
Push up my bra like that, stupid girl!

Maybe if I act like that, that guy will call me back
Porno paparazzi girl, I don't wanna be a stupid girl
Maybe if I act like that, flipping my blonde hair back
Push up my bra like that, I don't wanna be a stupid girl

domingo, 18 de maio de 2008

Você é de Brasília?

O QUE É SER DE BRASÍLIA

- Você se sente confortavel com a umidade de 10%.**

- Você conhece os ministros e deputados como "O pai daquele cara da
faculdade"

- Ao dirigir, você fica meio paranóico com os limites de velocidade.

- Você, de fato, pára o carro na faixa de pedestres.

- Você acha normal um PM a cada cruzamento e cruzar com uma viatura da PM a cada 500 metros.

- Você tem medo de jogar lixo pela janela do carro.

- Ouve dizer "é bem pertinho" e pensa tranqüilamente em 50 km.

- Você sabe do que estão falando quando perguntam "conhece alguém da
cinco"?

- Todo fim-de-semana tem um churrasco.

- Você se sente à vontade com endereços em coordenadas cartesianas.

- Sabe que se for a um endereço nas 300, 100 e 200 irá a um apartamento
bom; na 400 terá que subir escadas; na 700 vai ter de procurar vagas
nas calçadas das casas e que, se for ao Sudoeste, corre o risco de que
a quadra ainda não esteja asfaltada!

- Quando começam as chuvas você escuta " esse ano vai chover como nunca".

-Quando param a chuvas você escuta "esse ano a seca vai ser braba". *

- Você chama os amigos de seus pais de "tio" e "tia".**

- Você vê alguém fazer barbeiragem no trânsito e diz "Só pode ser goiano"

- Acha que de mar o nosso céu não tem nada, e na primeira oportunidade
dá uma escapada para praia.

-Odeia quando chegam os seus parentes querendo conhecer a torre e a
esplanada.** *
- Chama seu filho de "véi".

- Você reclama para o amigo: "Não tem nada para fazer nessa cidade.."
- Mas fica indignado quando alguém de fora reclama que em Brasília não
tem nada para fazer.

- Você reluta, reclama e acaba indo comer pizza no Primo Piatto.

- Sabe, perfeitamente, o que significa quando alguém diz "Eu moro no
Lago"

- Quando vai a outra cidade fica indignado e não entende por que
construíram ruas tão estreitas com tanto cruzamento.

- Vê crianças gostarem tanto de descer para brincar "debaixo do bloco"

- Pelo menos cinco pessoas que você conhece fazem Direito.

- Fica chateado quando te perguntam se já viu o presidente.

- Você vê o dia começar friozinho; acha perfeitamente normal que às
11hs esteja fazendo um calor de rachar; à tarde esteja muito,muito quente e
seco; à noite, frio novamente ou até mesmo desabando um
temporal; isto, além de a chuva ter iniciado e parado cinco vezes
durante o dia ou à tarde.

- Você não tem a menor noção do que seja uma esquina de paralelepípedos.

- Você acha que casa com piscina é a coisa mais normal do mundo.

- Até hoje chama o mercado Pão-de-Açúcar de "Jumbo"

- Você sabe que "Ir ao Gilberto" não quer dizer visitar alguém.

- Sabe que Samambaia não é uma planta !

- Você diz "Vou ao Shopping" sabendo que isso só pode siginificar ir ao
Parkshopping, se não, diria "Vou ao Pátio" ou "Vou ao Alameda" . *

*- Sabe que se for ao shopping Pier 21, você não vai lá pra fazer**
compras.

- Sabe que uma boate da moda não dura mais do que três meses.

- Você, estudante, geralmente sai do colégio na sexta, vai pro Pátio, dorme
na casa de um amigo e, no sábado à noite, vai pro Pier ...
domingo é em casa !!!

- Já passou um carnaval ou feriado em Caldas Novas.

- Morre de rir, ou de raiva, nas vésperas de feriados, quando te dizem "o
último que sair (da cidade) apaga a luz".** *

*- Sempre que viaja é perguntado a qual gangue você pertence, e** se vc
já queimou algum índio. ***

*- Vai a churrascos onde o traje básico das meninas é jeans,** sandália de
salto alto e bolsa da Louis Vuiton;Biquíni nem pensar...

- Conhece, no mínimo, 10 pessoas que nunca foram ao Rio de Janeiro e
têm mais sotaque que o pessoal de lá.

- Sabe que pra ir à padaria você leva, pelo menos, 10 minutos pra se
arrumar.

- Sabe que as 3 girias da cidade são: Véi, Tipo e Cara

Se você concordou com a metade deste e-mail, você realmente é de
Brasília.... ***

*É.... Quem disse que Brasília não possui sua identidade?***

sábado, 22 de março de 2008

Pascoa

PÁSCOA- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... Bem...é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
-É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
-É, ressurreição. Marta , vem cá !
- Sim?
- Explica para esse garoto o que é ressurreição para eu poder ler o meu Jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu ?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- O que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu!
Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã ! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá, é uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... Era melhor, sim... Ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
- Que dia ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-Feira Santa.
- Que dia e que mês?- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso?
Eu só aprendi que ele morreu na Sexta
-Feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!- Não, três dias depois.
- Então morreu na Quarta-feira.
- Não, morreu na Sexta-Feira Santa... Ou terá sido na Quarta-Feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde !
Morreu na Sexta mesmo e ressuscitou no Sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.- O Judas traiu Jesus no Sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia Certo?
- Ui...- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba Sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o Nome dele era Jesus Cristo Coelho.
Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai, coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!

Luiz Fernando Veríssimo.

quarta-feira, 12 de março de 2008

ARQUIVO SUPERINTERESSANTE

ACESSO GRATUITO AOS ARQUIVOS DA REVISTA SUPERINTERESSANTE

Pessoal,Adicione no favoritos.

O pessoal da Revista Superinteressante, liberou para leitura e consulta todo o conteúdo das edições da revista, de 1988 a 2006.
Com certeza uma rica fonte de material de
pesquisa

.http://super.abril.com.br/super2/superarquivo/

quinta-feira, 6 de março de 2008

Hai cais - Guilherme de Almeida

O PENSAMENTO

O ar. A folha. A fuga.
No lago, um círculo vago.
No rosto, uma ruga.

HORA DE TER SAUDADE

Houve aquele tempo...
(E agora, que a chuva chora,
ouve aquele tempo!)

INFÂNCIA

Um gosto de amorac
omida com sol. A vida
chamava-se "Agora".

CIGARRA

Diamante. Vidraça.
Arisca, áspera asa riscao ar.
E brilha. E passa.

CONSOLO

A noite chorou
a bolha em que, sobre a folha,
o sol despertou.

CHUVA DE PRIMAVERA

Vê como se atraem
nos fios os pingos frios!
E juntam-se. E caem.

NOTURNO

Na cidade, a lua:
a jóia branca que bóia
na lama da rua.

OS ANDAIMES

Na gaiola cheia
(pedreiros e carpinteiros)
o dia gorjeia.

TRISTEZA

Por que estás assim,
violeta? Que borboleta
morreu no jardim?

PESCARIA

Cochilo. Na linha
eu ponho a isca de um sonho.
Pesco uma estrelinha.

JANEIRO

Jasmineiro em flor.
Ciranda o luar na varanda.
Cheiro de calor.

DE NOITE

Uma árvore nua
aponta o céu. Numa ponta
brota um fruto. A lua?

FRIO

Neblina? ou vidraça
que o quente alento da gente,
que olha a rua, embaça?

FESTA MÓVEL

Nós dois? - Não me lembro.
Quando era que a primavera
caía em setembro?

ROMANCE

E cruzam-se as linhas
no fino tear do destino.
Tuas mãos nas minhas.